Forquilhinha: Campeonato de Voleibol recebe ex-atleta Olímpico Paulão

A cidade irá sediar a grande final “Série Ouro”, na categoria Sub-14 do Campeonato da Liga Voleibol de Santa Catarina

Foto: Divulgação

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Forquilhinha mais uma vez será a “Capital Sul Catarinense do Voleibol Feminino”, neste sábado, dia 27 de novembro, a partir das 8h30, no Ginásio de Esportes Prof. Adolfo Back (Ideal E. C.). A cidade tem a modalidade do voleibol como um dos esportes em evidência e irá sediar a grande final “Série Ouro”, na categoria Sub-14 (até 13 anos) do Campeonato da Liga Voleibol de Santa Catarina.

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Ao todo, mais de 60 meninas de seis equipes tradicionais do voleibol catarinense estarão presentes em Forquilhinha disputando jogos equilibrados e de alto nível técnico buscando bons resultados com o objetivo de conquistar o título.

Pela chave A, se enfrentam: APAV/Forquilhinha, Academia de Vôlei/Florianópolis e DME/Jaguaruna. Na chave B, AVOFEL/Lages, FUBE/São João Batista e FME Tubarão/AVT.

Campeão Olímpico

A competição irá contar com a presença do ilustre do Paulo André Jukoski da Silva, o Paulão, que foi campeão Olímpico de Barcelona em 1992, a primeira vez que o Brasil conquistou a Medalha de Ouro em uma modalidade coletiva em Olimpíadas e hoje é o gestor do projeto da Academia de Vôlei/Florianópolis.

Com mais de 32 anos de carreira, sendo 15 anos defendendo a Seleção Brasileira de Vôlei, o ex-atleta participou de três Olimpíadas como atleta: Seul, Barcelona e Atlanta; e duas olimpíadas, como convidado do COB e Ministério dos Esportes: Sidney (Austrália) e Atenas (Grécia), como comentarista do Grupo RBS, olimpíada do Rio de Janeiro 2016.

Ainda em sua carreira, foi campeão do Top Four no Japão, em 1992; da Liga Mundial, em 1993; do Sul-americano, além de ser campeão Brasileiro, Gaúcho, Catarinense e Paranaense. Paulão também tem o título de “Melhor Bloqueio do Brasil” e foi considerado o segundo melhor bloqueio do Mundo. E teve a grande responsabilidade de ser capitão da Seleção Brasileira, na Olimpíada de Atlanta.

O ex-atleta continuou o seu trabalho fora da quadra, como gerenciar o Maringá Vôlei Clube, da cidade de Maringá (PR) e recebeu o prêmio de maior e melhor torcida do Brasil , na Liga Nacional, nos anos de 1996,1997,1998.

Em seu currículo também consta a passagem como Diretor de programas sociais/esportivos e do esporte de rendimento (olímpico e paralímpico), no Ministério dos Esportes, entre 1999 a 2002.  Teve a oportunidade de implantar na lei do CONANDA (Conselho Nacional da Criança e do Adolescente), o esporte como ação social, que não era reconhecido como tal e utiliza 1% do IR, o projeto do Ministério dos Esportes intitulado “Esporte na Escola”, visando resgatar a obrigatoriedade da prática da educação física nas escolas.

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