Contra o lanterna, Tigre quer terceira vitória seguida

No domingo, a partir das 11 horas, Criciúma recebe o Oeste e busca marca inédita na Série C deste ano. Partida é decisiva para que a equipe siga com pontuação de primeiro colocado. Time titular será divulgado apenas uma hora antes do jogo


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Tiago Monte

Criciúma

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Após triunfos diante do São José (RS) e Ypiranga, este último fora de casa, o primeiro em mais de um ano, o Criciúma tenta, neste domingo, a partir das 11 horas, no estádio Heriberto Hülse, emendar uma sequência de três vitórias, fato que ainda não aconteceu neste ano. Diante do Oeste, lanterna do grupo B, o time treinado por Paulo Baier tem a chance de dar um grande passo rumo à classificação para a próxima fase da competição nacional. “Sabemos que não podemos nos acomodar e o jogo de domingo é importante, assim como todos os outros. O Oeste não está em uma situação muito boa, dentro da competição, mas sabemos que os jogadores deles têm qualidade e, por ser uma chave bem equilibrada, alguns times começaram oscilando e depois fica mais difícil de reagir”, comenta o zagueiro Rodrigo.

A última vez que o time conquistou nove pontos consecutivos foi no Catarinense de 2019. Na ocasião, entre o final de março e início de abril, o time bateu o Metropolitano, fora de casa, o Joinville, no Majestoso, e o Hercílio Luz, em Tubarão. “No domingo, vamos procurar fazer um jogo bom, respeitando a equipe adversária, mas tentando fazer nosso fator casa ser primordial”, destaca o jogador.

Nas últimas edições da Série C, com 30 pontos uma equipe garante vaga na próxima fase. Porém, devido ao equilíbrio e o alto nível do grupo do Criciúma, talvez seja necessária uma pontuação maior para seguir adiante na competição. “Nós temos essa meta que foi estabelecida no início da competição, mas em função do nosso grupo estar com pontuação bem alta – três times com 23 pontos – a gente até fica um pouco em alerta. Nos últimos anos, fazendo 30 pontos, na Série C, você está entre os quatro classificados, mas a gente espera chegar nessa pontuação o mais breve possível e continuar pontuando”, reforça Rodrigo.

A importância da vitória, mesmo pelo placar mínimo

A maioria das vitórias do Criciúma tem sido pela diferença mínima de gols. Da mesma forma, o Oeste perde com resultados apertados. Para Rodrigo, o importante mesmo é obter os três pontos, independente da diferença no placar. “O mais importante, independente se for pelo placar mínimo ou mais elástico, são os três pontos. A gente trabalha, jogo a jogo, para conseguir as vitórias, independente se é 1 a 0, 2 a 1 ou 2 a 0, queremos sempre fazer bons jogos e conquistar resultados positivos”, diz.

Para o jogador, o equilíbrio do grupo B se deve em função da boa estrutura apresentada pelas equipes. “Sabíamos que não seria nada fácil a competição e as equipes adversárias também têm estruturas muito boas e condições que não deixam nada a desejar em relação ao Criciúma. Com isso, facilita para as outras equipes montarem equipes competitivas também”, enfatiza.

Outro dificultador do grupo B, para Rodrigo, é a presença de cinco equipes de São Paulo – que estão acostumadas a jogar o campeonato estadual mais difícil do Brasil. “Por ter cinco equipes de São Paulo, que são acostumadas a jogar o Paulistão, no primeiro semestre, onde todos sabem que é o Estadual mais dificil para se disputar, nós já sabíamos que seria uma chave bem equilibrada, como está sendo. Os números mostram isso. Até essa rodada, estamos nós e mais duas equipes com 23 pontos, então, sabíamos que as coisas não seriam fáceis, mas a gente, com a nossa união, tem trabalhado bastante para poder, jogo a jogo, competir, da melhor maneira possível, com o adversário”, comenta.

Campeonato Brasileiro – Série C – 13ª Rodada

22/08 (domingo) – 11 horas – estádio Heriberto Hülse, em Criciúma

CRICIÚMA

Gustavo; Alemão, Rodrigo, Marcel Scalese e Helder; Dudu Vieira, Arilson e Fellipe Mateus; Silvinho, Marcão (Luiz Paulo) e Maranhão. Técnico: Paulo Baier

OESTE

Fernando Henrique; Luis Ricardo, Vitão, Sandoval e Salomão; Alison, Ferreira e Leo Artur; Luizinho, Zeca e Deivid. Técnico: João Brigatti

Arbitragem: Paulo Henrique de Melo Salmazio; Auxiliares: Eduardo Gonçalves da Cruz e Marcos dos Santos Brito (trio de MS)

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