CEI de Maracajá realiza projeto que comemora tradições juninas

Os professores, funcionários e equipe gestora do Centro de Educação Infantil Margareth Maria Tomasi Rocha, de Maracajá, organizaram em junho um projeto que teve como objetivo rememorar as tradições juninas

Foto: Divulgação/ Carla Costa
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Em função dos regramentos sanitários impostos pela pandemia da Covid-19 nas instituições escolares, muitas atividades e celebrações que fazem parte da rotina e do currículo da Rede Municipal de Ensino não ocorreram no último ano. No entanto, os professores, funcionários e equipe gestora do Centro de Educação Infantil Margareth Maria Tomasi Rocha, de Maracajá, organizaram em junho (21 a 25) um projeto que teve como objetivo rememorar as tradições juninas, onde foi proposto atividades diferenciadas, entre elas a motivação das famílias na preparação dos quitutes típicos e na produção dos trajes juninos.

Segundo a diretora do CEI, Rejane Pereira dos Santos, foi possível perceber por meio de registros fotográficos interações familiares emocionantes.

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‘Fogo Educador’

Entre cantorias, comilanças e apresentações juninas a comunidade escolar desfrutou de momentos animadores, prazerosos e encantadores onde segundo a equipe gestora do CEI, foi possível vivenciar o que a educadora Madalena Freire chama de “Fogo do Educador”, conforme a autora “Todo educador trabalha com fogo. O desafio do educador é educar esse fogo. Fogo mal educado, transforma-se em incêndio destruidor, porque indisciplinado não possibilita apropriação. A função do educador nessa prática, é a de BOMBEIRO das urgências, do praticismo. Fogo educado transforma-se em aquecimento interno, porque disciplinado, limitado, possibilita apropriação, intimidade, conhecimento do outro e de si próprio. Nesta prática, o educador torna-se um militante que luta no seu cotidiano para deixar a chama acesa, iluminando a construção de sua prática. Essa opção envolve trabalho árduo, sofrido, envolvendo, enfrentando limites, perdas, frustrações, na construção de sua disciplina. Pois fácil é incendiar… difícil é deixar o fogo na chama, lamparina acesa, alimentando, aquecendo seu coração pedagógico”.

Em avaliação da atividade a equipe gestora da Unidade Escolar parabenizou e agradeceu todos os profissionais da instituição que mantém a “chama” da educação acesa em seus “corações pedagógicos” diariamente, pois educação é vida e movimento. “Estas inovações pedagógicas mesmo em cenários difíceis como os que enfrentamos atualmente são de extrema necessidade para que se possa cumprir as principais missões da  educação infantil, que vão muito além de oferecer espaço para a criança dormir, comer e brincar”, disse a diretora.

Para ela, a educação infantil é concebida como a primeira etapa da educação básica e tem por objetivo contribuir com o desenvolvimento físico, psicológico, social e intelectual dos menores contribuindo com o desenvolvimento da sua habilidade, capacidade de socialização e do desenvolvimento da identidade.

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