Se sair o bicho pega, se ficar o bicho come

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Muito fácil para quem tem um companheiro ou companheira condenar as festas, as baladas,  afinal podem ligar o som em casa, dançar, beber e terminar a noite com muita paixão. Porém, procurem pensar nos jovens que, em março do ano passado, não estavam num relacionamento sério, mas sim, curtindo a fase de fazer novas amizades, novas conquistas.  Veio a pandemia e, de repente, ficaram sem colégio, sem universidade, locais de estudo mas também de muita paquera. Foram proibidos, ainda, de ir a festas ou baladas onde encontravam o romance e tudo isso numa etapa da vida quando os hormônios estão em explosão. Faz um ano que ficou muito difícil arranjar um namorado ou namorada.

Já pensou na sua juventude, como seria?

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É preciso compreensão para os jovens que não pertencem ao grupo de risco querer fazer o que não podem na pandemia, porque se trata de uma questão de sobrevivência físico-mental e emocional.

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