Lauro Müller: Polícia Civil conclui inquérito da Operação Tweed

Seis pessoas foram indiciadas por crimes como coação no curso do processo, injúria racial, peculato desvio, peculato apropriação e inserção de dados falsos em sistema de informação pública, que teriam sido praticados no âmbito da Apae do município

Foto: Divulgação
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Lauro Müller

Com quase 600 páginas e, após meses de investigações, iniciadas com a instauração de inquérito policial em 07 de junho se 2019 e que culminou com o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão e dois de afastamento cautelar de funções públicas no dia 10 de dezembro de 2019, a Polícia Civil conclui inquérito policial da Operação Tweed.

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Durante o processo foram tomados diversos depoimentos, analisados diversos documentos e realizados diversos outros trabalhos de investigação, inquérito policial foi concluído nesta data, 20 de maio de 2020, sendo indiciadas 6 pessoas por crimes como coação no curso do processo, injúria racial, peculato desvio, peculato apropriação, inserção de dados falsos em sistema de informação pública e tráfico de medicação controlada, os quais teriam sido foram praticados no âmbito da APAE de Lauro Müller.

A operação coordenada pela Polícia Civil contou com o apoio do Instituto Geral de Perícias (IGP) e Ministério Público de Santa Catarina.

“Tweed”

“No século 19, numa cidade do Nordeste, nos Estados Unidos, o prédio do tribunal demorou 20 anos para ser inaugurado. O superfaturamento foi tão grosseiro que um carpinteiro chegou a receber o equivalente a US$ 5 milhões em dinheiro de hoje por 30 dias de serviço. Outro trabalhador, responsável pela argamassa, recebeu atuais US$ 2 milhões por dois dias de serviço. Quando finalmente foi inaugurado, em 1881, o Tribunal do Condado de Nova York, no nordeste dos Estados Unidos, terminou custando o dobro do valor que o país pagara na compra do Alaska. À época, os desvios foram comandados por William M. Tweed, ou “chefe Tweed”.

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