Bombeiros e Praças da PM reivindicam reajuste salarial

Haverá Assembleia Geral e manifestação em Florianópolis

Foto: Imagem ilustrativa
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Érik Borges

Florianópolis

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A maior associação representativa de Praças da Polícia Militar do Brasil, que conta com 14 mil sócios, fará uma Assembleia Geral hoje, às 13h30, em Florianópolis, para fixar as pautas de reivindicação que serão realizadas junto ao Governo do Estado. Uma manifestação após a assembleia será realizada de forma pacífica, com aproximadamente, 1,5 mil associados. Eles irão até a sede do Governo reivindicar uma reposição salarial nos índices de inflação, que, segundo o subtenente da Polícia Militar, integrante do Conselho Fiscal da associação, Adailton Rodrigues Medeiros, já está com déficit de 37%, já que o reajuste não é feito desde 2013. A categoria é composta por Soldados, Cabos, Sargentos e Subtenentes, tanto da ativa como da reserva.

“O Governo não tem nos dado um retorno quanto à reposição salarial, ou seja, desde 2013 não temos reposição inflacionária. Isso é Lei Federal e Lei Estadual. Porém, o Governo Estadual não está cumprindo”, afirma. Além disso, Medeiros conta que a categoria irá lutar por um plano de carreira mais justo para os praças, pois o atual já estaria ultrapassado. Além disso, será reivindicada ativação das vagas do quadro de oficiais auxiliares, existente em Lei Estadual.

“O Governo Estadual não coloca em prática. Praças que chegam à graduação de Sub Tenente, deveriam poder chegar a Capitão da PM. Isso serviria para suprir as necessidade de oficiais que a Polícia Militar tem. Infelizmente, atualmente isso não acontece”, lamenta. Existem duas modalidades de ingresso na Polícia Militar: os praças e os oficiais. Nos praças, o policial começa como soldado e pode chegar até subtenente. No grupo dos oficiais, o policial começa como 2º tenente e pode chegar até ao cargo de coronel. Existem também as insígnias de função, que são: chefe do Estado Maior Geral, subcomandante-geral e comandante-geral.

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