Assalto a banco teve “parceria entre facção e organização criminosa”

De acordo com o delegado da Polícia Civil, as 14 prisões já realizadas começam a assustar a organização criminosa que cometeu o assalto

Guilherme Cordeiro/ TN

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Érik Borges

Criciúma

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“Parceria entre facção paulista e organização criminosa”. Assim é definida a ação da quadrilha que assaltou o Banco do Brasil, em Criciúma, em 1 de novembro. A declaração foi feita pelo delegado da Polícia Civil, Anselmo Cruz, da Delegacia de Roubos e Antissequestro. Segundo ele, os autores do crime não necessariamente fazem parte da facção paulista. “Não é ação da facção. Não há nenhum elemento que comprove que seja efetivamente ação da facção. Mas sim uma parceria com a organização criminosa”, destaca Cruz.

De acordo com o delegado, para comprovar se a facção realizou investimento financeiro e armamentício para a realização do roubo, é necessário que as investigações continuem e o “quebra-cabeças” seja desvendado. “Estamos falando de um quebra-cabeças com 5 mil peças. Peças misturadas e peças viradas. Não estamos no desespero e na busca desenfreada. Estamos buscando garantia da formalização investigativa”, declara Cruz.

De acordo com o delegado, as 14 prisões já realizadas começam a assustar a organização criminosa que cometeu o assalto.

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