Uma alternativa para Urussanga

Marquinhos e Rafael Sandrini compõem a chapa pura do PSDB à prefeitura de Urussanga e se apresentam como uma nova via nas eleições

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Tiago Monte

Urussanga

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Uma terceira via para as eleições deste ano. É assim que se apresentam os candidatos Marquinhos (prefeito) e Rafael Sandrini  (vice) na chapa pura do PSDB de Urussanga para o pleito de 15 de novembro. Experiente, o candidato a líder do Executivo está encerrando o segundo mandato como vereador e foi Secretário de Saúde, por nove meses, na atual gestão da cidade. “Inclusive com a secretaria sendo destaque na região. Me licenciei para ser candidato a prefeito. Fomos referência para algumas cidades da região no trabalho contra a pandemia”, explica Marquinhos.

Originário da comunidade de Rio América, o candidato conta com a parceria da deputada federal Geovânia de Sá. Como vereador, Marquinhos teve o auxílio da parlamentar para obter verbas à cidade. “Conseguimos, nestes últimos anos, trazer quatro milhões de reais para Urussanga. Para uma cidade com 20 mil habitantes é bastante recurso. A cidade arrecada em torno de 6 milhões de reais por mês e ela trouxe quatro. Então, é praticamente mais um mês de arrecadação. É uma parceria que vem dando certo”, pontua.

A expectativa de Marquinhos é ser uma alternativa aos eleitores insatisfeitos com a polarização entre PP e MDB. “A gente vê algumas quebras de paradigmas, com o próprio presidente Bolsonaro. Ninguém acreditava que ele venceria e está aí. Então, eu acredito que Urussanga precisa sair da polarização entre PP e MDB. Temos uma terceira opção para a cidade”, destaca.

Gestão com enxugamento da máquina pública

Uma das propostas de Marquinhos é enxugar a máquina pública. Ou seja, reduzir os gastos com a folha de pagamento mensal da prefeitura para destinar mais recursos a investimentos para Urussanga. “Hoje, 50% da arrecadação é para a folha de pagamento. Como sobra dinheiro, se tem que investir 25% em saúde, 15% em educação… O que sobra para investir na cidade? Por isso tem que sempre se apegar a empréstimos e financiamentos”, comenta.

A intenção do candidato é nomear apenas gestores técnicos para as pastas e trabalhar com dois secretários. Os restantes serão diplomados como diretores. “É isso que queremos mudar em Urussanga: fazer uma gestão enxuta e com quadro técnico. Teremos pessoas preparadas para cada secretaria. Uma das nossas propostas é ter apenas dois secretários na administração: Saúde e Educação. O restante serão todos diretores. Isso para economizar, enxugar a folha e ter recursos para investir na cidade”, comenta Marquinhos.

Em busca do potencial turístico

O candidato quer evidenciar o potencial turístico da cidade. A intenção é que a prefeitura retome o controle da Festa do Vinho, assim como fortalecer o Centro de Cultura e a parte de artesanato. “O potencial turístico se perdeu, ficou para trás. Não se investiu. Agora que está se fazendo um plano de turismo, isso perdemos muito. A Festa do Vinho foi terceirizada e ela é nossa! Vamos resgatar a festa para que ela volte a ser gerida pelo município. Assim, as famílias irão. Precisamos do Centro de Cultura e da parte de artesanato. Tudo isso morreu. Queremos buscar de volta porque para trazer o turista, precisamos de atrações. O turista precisa ter interesse na cidade. A gente é muito próximo da Serra, então, podemos ser uma cidade de passagem. A pessoa pode ficar uns dois dias nos pontos turísticos da região”, diz.

A implantação de uma UTI local

Na saúde, Marquinhos quer implantar uma UTI no Hospital Nossa Senhora da Conceição e, assim, acabar com as filas de espera por cirurgias e exames. “A gente sempre está com ‘o pires na mão’. Sabe como é um hospital filantrópico, né? Para o hospital se desenvolver, precisa ter leito de UTI, senão tu não consegues fazer cirurgias, precisa sempre depender da regional. O nosso atendimento no Estado está muito ruim. Temos pessoas esperando seis anos para fazer uma cirurgia de coluna”, comenta.

A intenção é estabelecer uma parceria com outras cidades. “Morro da Fumaça, Orleans e Cocal do Sul, por exemplo. Ao invés de usar a UTI do São José, usa a UTI do hospital: cada prefeitura contribui um pouco por mês, como a prefeitura já contribui com o nosso hospital. Além disso tem a demanda por exames: os mais caros não existem pelo SUS e tudo a secretaria tem que pagar. É fazer um processo de gestão para não deixar acumular. Hoje temos 200, 300 pessoas na fila esperando por uma ressonância”, pontua.

Na educação, Marquinhos dará sequência no atual trabalho. “Capacitar cada vez mais os nossos professores, assim teremos bons alunos e sem evasão escolar. As salas de aula bem equipadas, com tecnologia, internet em todas as escolas, fazem a diferença para o aluno ficar na sala de aula. Isso empolga os alunos e professores”, comenta.

O alto valor da energia elétrica está entre os pontos a serem solucionados na cidade. “Temos o problema grave da energia elétrica na cidade, então, como atrair empresas? Temos que dar subsídios, ser parceiros e a prefeitura tem que incentivar para que a empresa se instale em Urussanga”, finaliza.

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