Superintendência regional não será fechada, mas descentralizada, diz Caixa

Em reunião com prefeitos da Amrec, gerentes explicaram novo modelo de gestão que deve ser colocado em prática pela instituição


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Criciúma

A notícia do fechamento de três das cinco superintendências regionais da Caixa Econômica Federal (CEF) em Santa Catarina, incluindo a de Criciúma, pegou gestores públicos e empresários de surpresa. Tanto, que o assunto pautou uma reunião entre os prefeitos da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) e também com gerentes da unidade criciumense.

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Os prefeitos não esconderam a preocupação com os possíveis prejuízos que poderiam causar no atendimento aos municípios e a necessidade de deslocamento até Florianópolis para resolver o que antes era feito na região. Mas a notícia que eles receberam causou alívio.

Na reunião, a superintendência explicou o novo modelo de gestão que a Caixa pretende implementar. O objetivo é descentralizar as agências. No caso de Criciúma, que responde por 63 municípios das regiões do Sul e também da Serra, passaria a cuidar apenas da Amrec, enquanto Araranguá, Tubarão e Lages teriam suas próprias regionais.

A promessa é por facilidade aos municípios. “Foi levantado junto com o superintendente geral da Caixa, a nossa preocupação dos municípios com esse fim da gerência regional. Mas a nossa surpresa positiva é que este não é o fim da gerência regional, mas a descentralização. Por exemplo, Tubarão vai ter um gestor para cuidar da região. Criciúma terá um. A região de Araranguá também terá outro. Terá um atendimento mais próximo e mais ágil, para a as demandas dos municípios”, explica o prefeito em exercício de Içara, Sandro Serafin (MDB).

Caso fosse confirmado o fechamento da superintendência regional, os gestores públicos precisariam se deslocar à capital para discutir os projetos. “Seria necessário ir até Florianópolis para resolver as demandas. E são muitas. Não apenas os financiamentos, Finisa, os recursos federais, mas as próprias medições, liberação de pagamentos, aditivos, correção de projetos. A demanda na Caixa é quase diária. Inviabilizaria muito os projetos. Mas todos ficaram calmos e satisfeitos com essa informação”, afirma Serafin. “Vai melhorar o atendimento para os municípios, visto que as demandas são muito grandes. A concorrência dos outros bancos também é grande, e a Caixa optou por ter uma gestão mais dinâmica e resolutiva, descentralizando as microrregiões, que também terão este atendimento para despachar”, completa o prefeito em exercício de Içara.

Leia a matéria completa no Tribuna de Notícias desta sexta-feira

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