Liminar judicial determina que deputado Jessé se retrate publicamente

Em caso de descumprimento, a multa diária é de R$ 500

Foto: Arquivo / TN

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Criciúma

Uma liminar judicial determina que o deputado estadual, Jessé Lopes tenha que se retratar publicamente por uma postagem realizada em 27 de março deste ano, a respeito da empresa Ápice Comunicação. Na publicação, o deputado teria insinuado que a empresa era de fachada, ou seja, fantasma e que a contratação da Ápice Comunicação na campanha referente ao coronavírus (do Governo do Estado) tivesse rendido R$ 500 mil para a empresa. Porém, de acordo com Lucas Borges, que é diretor da empresa, a campanha teve custo 0. Ou seja, o Governo do Estado não desembolsou a quantia citada pelo parlamentar.

Na Liminar deferida nesta segunda-feira, dia 1, a publicação do conteúdo precisa ser deletado das redes sociais e o deputado precisa se retratar publicamente por isso. Além disso, o parlamentar precisará dizer que a Ápice possui mais de dez anos de atuação e todas informações divulgadas pelo parlamentar naquele dia não são verdadeiras.

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Em caso de descumprimento, o deputado terá que pagar R$ 500 por dia. A reportagem do TN questionou um dos diretores da Ápice, Lucas Borges. Ele, no entanto, informou que como o processo corre em segredo de Justiça, poderia se manifestar através de uma nota. Leia na íntegra:

“Nosso Advogado informou que o processo ainda segue em segredo de justiça e respeitamos as leis. Por isso, não vamos comentar os detalhes do processo. Por hora, o que podemos dizer é que uma pessoa, sendo deputado ou não, não pode prejudicar a imagem de pessoas e empresas de forma impune.

Nossa empresa foi e continua sendo prejudicada em todo estado, por quem ainda não sabe que trata-se de uma agência com mais de 10 anos de mercado. Isso porque, um deputado (da mesma cidade da agência) insinuou que somos uma empresa de fachada, usando uma foto anterior à mudança da Ápice 360° para aquele endereço.

Bem como fez parecer que recebemos meio milhão de reais do Governo do Estado quando, na verdade, prestamos um serviço voluntário na campanha do Covid-19, por entender que era nossa contribuição para Santa Catarina. Mas a verdade sempre vem à tona e nós confiamos na justiça”, conclui.

 

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