Impeachment: 2 votos contra o arquivamento do processo e 2 a favor

Eskudlark vota pelo prosseguimento da denúncia e empata julgamento

Foto: Rodolfo Espínola/Agência AL
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Florianópolis

O deputado Mauricio Eskudlark (PL), quarto a votar no Tribunal Especial de Julgamento do Impeachment, votou pelo prosseguimento da denúncia, acompanhando o relator Kennedy Nunes (PSD). Com isso, o placar parcial é de dois votos pelo arquivamento do processo e dois pelo afastamento do governador Carlos Moisés da Silva e da vice Daniela Reinehr.

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Na fala, Eskudlark falou sobre inversão de valores na sociedade, citou o caso dos respiradores comprados e não entregues da Veigamed, e disse que o caso dos procuradores é irregular e “tira do Estado R$ 8 milhões em atrasados e R$ 1 milhão por mês”.

O parlamentar reclamou do posicionamento dos desembargadores (os dois primeiros a votar apontaram o arquivamento). Segundo ele, o relatório de Nunes é claro em apontar apenas a admissibilidade da denúncia, não o mérito em si. Eskudlark também indicou que a assinatura de Moisés no ‘de acordo’ no processo significaria objeto de investigação, diferente do que entenderam os membros do Tribunal de Justiça.

“Ele dá o de ‘acordo’ e morreu? O governador foi notificado pelo tribunal, junto com a vice do impeachment, e tudo isso banalizou, porque nós vivemos em um tempo em que a gravidade já não é tão grave. Todo mundo pode fazer tudo”, disse o parlamentar. “Não dá para entender porque tudo isso não deve ser investigado”, complementou.

Os votos até agora (2×2): 

Desembargador Luiz Alberto Civinski – pelo arquivamento

Deputado Kennedy Nunes – pelo prosseguimento da denúncia

Desembargador Sérgio Rizelo – pelo arquivamento

Deputado Mauricio Eskudlark – pelo prosseguimento da denúncia

Desembargadora Cláudia Lambert de Faria –

Deputado Sargento Lima –

Desembargador Rubens Schulz –

Deputado Luiz Fernando Vampiro –

Desembargador Luiz Felipe Schuch –

Deputado Laércio Schuster 

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