Deputados cobram ações do Estado para minimizar crise

Pedido é por retorno gradual das atividades para que Santa Catarina não entre em colapso

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Thiago Oliveira
Criciúma/Florianópolis

Após duas semanas de paralisação por decreto, a retomada das atividades da construção civil busca minimizar as perdas do Estado. Mas para os deputados de Santa Catarina, muitas outras medidas são necessárias para que a economia não entre em colapso.

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Além da construção civil, nesta semana, o governador Carlos Moisés (PSL) liberou também o retorno das atividades dos bancos, lotéricas e cooperativas de crédito. O pedido, porém, é por uma maior flexibilização das medidas restritivas, de modo que a cadeia econômica volte a ser estimulada.

“Com o banco aberto, cria uma expectativa do comércio como um todo de ser aberto. Mas não adianta o banco aberto e o comerciante que tem uma conta para pagar, não poder trabalhar. Precisamos do segundo round, que é como vamos conviver com o Covid-19. A partir deste momento, tem que começar a liberar, as atividades de uma maneira mais flexível, respeitando a condição de pessoas do grupo de risco, a redução de salário que foi citada pelo Governo Federal, em uma rediscussão, uma série de fatores que as empresas vaio ter que fazer. O Estado não está faturando e a união e município também não. Vai ter queda de FPM [Fundo de Participação dos Municípios]. Os recursos públicos serão destinados à saúde pública para manter a vida e a dignidade. O segundo momento, tem que liberar as pessoas a trabalhar, com a abertura gradativa para que comece a gerar os comércios de novo. Não adianta abrir a indústria, fabricar determinada coisa, mas não ter para quem vender”, destaca o deputado Luiz Fernando (MDB).

O presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), deputado Julio Garcia (PSD), também defendeu a reabertura gradual das atividades, e lembrou que as medidas dependem apenas do Governo do Estado.

“O governo tem que analisar cada caso. Como na área da construção civil, é possível encontrar uma solução para voltar gradativamente. Com todo o cuidado, é possível ajustar algumas situações. Fora isso, o governo tem que ter medidas arrojadas na área econômica e na área social. Temos três crises: saúde, economia que decorre da saúde, e a social, que decorre das duas. Precisa que o governo haja em relação à saúde de acordo com as autoridades da saúde, a OMS e o Ministério da Saúde. Mas na economia e área social, o governo estadual não precisa esperar por ninguém. Pode fazer sua parte”, afirma.

Leia a matéria completa no Tribuna de Notícias desta quinta-feira

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