Candidatos de Criciúma avaliam pesquisa do TN

Tribuna de Notícias publicou ontem os números referentes à intenção de voto dos eleitores

Foto: Arquivo / TN
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A segunda pesquisa encomendada pelo Tribuna de Notícias, em parceria com o Grupo ND, junto ao Instituto Mapa, mostrou um panorama atual das intenções de voto do criciumense para as eleições municipais de 2020. Os números publicados ontem apresentaram a situação de cada um dos sete candidatos a prefeito.

Nos dois cenários apresentados (um apenas com o candidato a prefeito e outro com o vice junto), o atual chefe do Executivo, Clésio Salvaro (PSDB), aparece na primeira posição. Sozinho, ele subiu de 44% para 48% das intenções de voto, enquanto que ao lado de Ricardo Fabris (PSD), os números aumentaram de 41% para 50%.

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A reportagem tentou o contato com Salvaro, para conferir como ele analisa a pesquisa. Porém, a assessoria do candidato afirmou que não irá comentar.

Subiram

O maior crescimento foi o de Chico Balthazar (PT), que pulou de 6%, na primeira pesquisa, realizada em setembro, para 10%, assumindo a segunda posição. Junto com o vice, o salto foi ainda maior, indo de 6% a 11%.

“Eu, pesquisa, acredito em todas. Eu não sou o tipo de candidato, de político, que duvida de pesquisa. Eu acho é um pouco estranho que a gente caminhando nas ruas vê tanta reclamação da saúde de Criciúma, tanta reclamação da educação, da rede pública, do trânsito e dos desmandos que esse Gaeco está investigando envolvendo o prefeito. E, ainda assim, o prefeito de Criciúma tem tudo isso de intenção de votos. Então eu acho isso muito estranho, não consigo entender. Mas fiquei muito contente com o resultado que obtive. Apesar de a rejeição ser uma rejeição alta, a gente já esperava por isso. E a pesquisa que me coloca em segundo lugar eu fiquei bem contente, achei bom”, disse.

Outro que subiu em relação à primeira pesquisa foi o candidato do MDB, Dr. Aníbal. Sozinho, foi dos 6% de setembro, para 8%. Já ao lado da vice, aumentou de 8% para 10%.

“Eu fico feliz com o aumento. Um aumento constante. É uma tendência de crescimento. A velocidade, a gente acha que é até um pouco maior. Temos outros dados que indicam que esse número pode ser maior, já que a pesquisa é segmentada, por amostra. De qualquer maneira, mostra que a curva é ascendente e é agora que a população vai prestar mais atenção nas campanhas. Acho que a gente consegue angariar mais votos, trazer o voto dos indecisos e também mudar alguns votos”, avaliou o emedebista.

O deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT) teve uma elevação nos números de setembro. Na primeira pesquisa ele somou, sozinho, 3% das intenções de voto. Agora, são 4%.

Já ao lado do vice, passou de 3% para 5%. “Respeitamos os números. Cada instituto de pesquisa tem sua metodologia. Vamos aguardar as demais”, afirmou, através da sua assessoria de imprensa.

Caíram

A candidata do PL, Júlia Zanatta, caiu em relação à primeira pesquisa. Sozinha, ela caiu de 10% para 8%. Ao lado do vice, foi de 11% para 7%. “Eu vou manter a minha linha sobre pesquisas, não acredito em pesquisas. Achei a pesquisa totalmente fora da realidade, não aconteceu nada para os números mudarem tanto, não estou nem falando dos meus, mas dos outros. Eu duvido que em uma das cidades mais bolsonaristas de Santa Catarina, o candidato do Dória está em primeiro e o do Lula em segundo. Essa é a minha opinião”, avaliou.

A maior queda, porém, foi do Coronel Manique Barreto. Na primeira pesquisa, candidato do Podemos tinha, sozinho, 10%. Agora, possui 3%. Ao lado do vice, caiu de 14% para 3%.

O candidato afirmou não ter visto os dados. “Na realidade, eu não estou dando bola nenhuma, nem qualquer destaque a essas pesquisas, vou fazer o meu trabalho e a pesquisa real, como já ocorreu em outras eleições, vai ser no dia 15, a partir da apuração do voto. Aí sim a pesquisa verdadeira. Todas as pesquisas que tiveram até agora mostraram a não credibilidade, as pesquisas desde 2018, eleição estadual e nacional, mostram que o método, não a credibilidade da empresa, mas o método, está totalmente errado. Então nós vamos fazendo a nossa caminhada sem qualquer abalo e trabalhando para frente, com uma campanha propositiva, buscando sim, o voto do eleitor e mostrando sim, que é possível”.

Já Professor Ederson, do PSTU, caiu 3% para 1% das intenções de voto, quando considerado sozinho. Ao lado do vice, manteve os 2%. “Achamos que a conta não fecha. A gente está vendo muitas pessoas reivindicando a gente nos debates. A gente não consegue entender que a gente fica empatado tecnicamente sempre para baixo. Está sendo escolhido quem fica na frente e quem fica atrás. Pelo índice de rejeição ser menor e pela margem de erro, seria para estarmos na frente de quem está tecnicamente empatado. A metodologia pode estar errada”, avaliou.

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