Uma eleição desmotivada de SC

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Comparando com campanhas municipais anteriores, a impressão que o eleitor está tendo neste momento é que a escolha dos novos 295 prefeitos e 2.892 vereadores no Estado vai começar somente daqui a três a quatro meses. Não há clima eleitoral na maioria das cidades catarinenses.

Parcela significativa do eleitorado está mais preocupada com a nova onda do coronavírus do que com o processo político. Ou aqueles que perderam seus empregos ou tiveram que encerrar atividades econômicas voltam-se para a reconquista do contrato perdido e procuram criar alternativas de renda.

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Pesquisa realizada no portal da Justiça Eleitoral mostra alguns aspectos importantes nas eleições deste ano. Em número de candidatos, por exemplo, mantém-se a tradição das maiores forças partidárias: o MDB lidera a relação com 3.518 postulantes (16,10%), seguido do PP com 2.671 concorrentes (12,22%), PSD com 2.166 disputantes (9,91%) e PL com 2.163, que corresponde a 9,90%. Quer dizer que somente estes quatro partidos representam 48,13% entre os 32 partidos que participam do pleito. São no total 918 candidatos a prefeito, 929 a vice-prefeito e 20.002 às Câmaras Municipais.
O cenário da disputa tem dados relevantes. Os dez maiores municípios, por exemplo, representam mais de 50% do total de eleitores. Joinville continua na liderança com 403.526 eleitores e Jaraguá do Sul está em 10º lugar com 114.223.

Neste bloco com os dez maiores colégios eleitorais o cenário da disputa entre os partidos políticos foge da tradição estadual. O PT é o que tem o maior número de candidatos: sete. Disputa em Joinville, Blumenau, Criciúma, São José, Itajaí, Palhoça e Lages. O Patriota está na disputa em seis municípios: Joinville, Florianópolis, São José, Chapecó, Palhoça e Lages.
O MDB vem atrás com cinco candidatos, a começar por Joinville, com Fernando Krelling, e mais Chapecó, Itajaí, Criciúma e Jaraguá do Sul. Já o PP, segundo maior no total do Estado, tem apenas um nome entre os dez: a deputada Angela Amin em Florianópolis.

Os principais nomes do DEM são Gean Loureiro, na Capital, e João Paulo Kleinbuing, em Blumenau. O candidato mais forte do Podemos está em Blumenau com o prefeito Mário Hiledrandt. O PSDB desponta em Criciúma com o prefeito Clésio Salvaro.
A pulverização de siglas, a desmotivação do eleitorado, as surpresas de 2018 e a falta de clima tornam os resultados ainda mais imprevisíveis.

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