Um dia para ficar na história

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A sessão do Tribunal Especial de Julgamento do primeiro pedido de impeachment do governador Carlos Moisés e da vice-governadora Daniela Reinehr, que acontece hoje, a partir das 9h, no plenário da Assembleia Legislativa, tem tudo para ficar na história. A leitura e interpretações sobre seu significado ficarão por conta dos atuais e futuros cientistas políticos e pesquisadores.

É uma data histórica, em primeiro lugar, pelo seu ineditismo. Nunca houve no Estado um processo semelhante. Ou os pedidos foram barrados no primeiro exame pela Procuradoria Jurídica da Assembleia, ou foram rejeitados nas comissões técnicas, ou não ultrapassaram a primeira fase, como se viu há exatamente 13 anos em relação do governador Paulo Afonso Vieira, do MDB.

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O Palácio Barriga Verde, sintonizado em todas as medidas preventivas com o Tribunal de Justiça, montou o esquema de segurança, as condições operacionais e a logística para a realização da sessão. O resultado da votação continua uma incógnita, pois os cinco desembargadores estão blindados, mantendo sigilo absoluto.

Nos bastidores políticos, contudo, a bolsa de apostas indica que o pedido deva ser aprovado. Afinal, está faltando apenas um só voto dos desembargadores para instauração do julgamento.

O resultado do segundo impeachment, sobre os respiradores, com 90% do plenário da Assembleia (36 dos 40) votando contra o governador, espelhou a insatisfação popular. Além disso, dos sete recursos que a defesa impetrou no STF e dos 12 levados ao Tribunal de Justiça, 18 tiveram acolhida integral e apenas um parcial, sem prejudicar o rito.

Somando-se derrotas políticas e jurídicas, obtém-se o resultado.

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