O centenário da Academia de Letras

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Santa Catarina tem hoje múltiplos motivos para celebrar – em silêncio pela pandemia – uma data histórica, das mais destacadas em sua trajetória cultural. Há exatos 100 anos era fundada, sob a liderança de José Arthur Boiteux, a Academia Catarinense de Letras.

Ao longo do centenário há muitos capítulos a ressaltar, como contribuição excepcional às letras, artes e à cultura geral do Estado.  Um deles encontra, entre seus eventos, a premiação dos melhores escritores, entre romancistas, contistas, poetas e artistas. São aqueles que promovem o aprimoramento da cultura catarinense, sem dúvida a mais heterogênea e mais rica dentre todos os Estados.  Outra razão, igualmente relevante, está na edição de obras importantes de autores catarinenses. Não apenas dos revelados no século atual. Sobretudo, dos contemporâneos de Henrique Fontes, Osvaldo Rodrigues Cabral, Luiz Gallotti, Altino Flores, Silveira Lenzi, Nereu Ramos, Lucas Boiteux, Paschoal Apostolo Pitsica, Lauro Junkes, Norberto Ungaretti e tantos outros. Destes e dos primeiros titulares das cadeiras, com livros reeditados nos últimos anos.

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É hora de enfatizar a importância de contarem os governos com intelectuais em suas estruturas. José Boiteux, o maior intelectual em toda a história catarinense, era secretário de Estado do governador Hercílio Luz quando, dia 20 de outubro de 1920, comandou o processo de criação da Sociedade Catarinense de Letras, juntamente com Altino Flores, Othon Gama d’Eça e Henrique Fontes. Portanto, um centenário que sugere mais atenção dos dirigentes públicos sobre a relevante contribuição de intelectuais na difusão da arte e da cultura.

Afinal, um povo sem cultura é um povo sem alma.

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