O cenário das eleições em SC

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A pandemia afugentou os eleitores. O coronavírus dificultou as atividades dos candidatos às Prefeituras e Câmaras de todo o Estado. As restrições impostas pelo governo e prefeitos quebrou empresas, causou desemprego em larga escala, provocando maior desinteresse de parte do eleitorado. Santa Catarina terá, por estas circunstâncias sanitárias e econômicas uma eleição totalmente singular e inédita este ano.
É excepcional também o quadro das disputas, com coligações surpreendentes, número elevado e nunca visto de candidatos às prefeituras e formas variadas de manipulação do eleitorado, com subtração dos partidos mais desgastados, alteração de suas cores históricas e uma série de manobras. No geral, a maioria optou mesmo foi pela fixação do nome do candidato.
Os 30 maiores colégios de Santa Catarina representam hoje 58,5% do eleitorado e 61,15% da população.
Reduzindo a abrangência para os 20 mais importantes colégios eleitorais tem-se algumas premissas e fatores a indicar preferências e até os favoritos, embora esta eleição continue sendo uma grande incógnita.
Nestas 20 cidades, os partidos com maior número de candidatos a prefeito são MDB e PT, embora ambos não tenham postulantes em Florianópolis, fato único desde a redemocratização. Segue-se o PSDB com candidatos em dez municípios, com destaque para o favoritismo de Criciúma. O PSL, surpresa maior de 2018, está concorrendo em oito municípios, número também do Podemos. O PSD, que teve o comando do governo nos oito anos de Colombo, concorre em seis cidades. E o PP está disputando em apenas quatro dos 20 maiores. Finalmente, o DEM, tido como “pole position” em Florianópolis, está disputando duas prefeituras: na Capital e em Blumenau.
Outro fato histórico: pela primeira vez em eleições municipais há mais de 20 siglas partidárias disputando prefeituras.

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