Julio Garcia contesta denúncias

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Com um pronunciamento esclarecedor durante 30 minutos, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Julio Garcia, contestou com serenidade e veemência as duas denúncias feitas pelo Ministério Público Federal sobre sua participação em supostas propinas investigadas pela Polícia Federal na Operação Alcatraz. O parlamentar criticou a força-tarefa do MPF, acusando-a de ilações e suposições, sem provas e testemunhas, baseadas apenas numa delação premiada de pessoa que sequer conhece.

Declarou que está sendo vítima de perseguição política, que tem mais de 40 anos de vida pública sem qualquer ato que o desabone. E que exerceu cargos relevantes na administração pública de Santa Catarina (presidência do Badesc, da Casan, diretor do Besc e três vezes presidente da Assembleia), com incontáveis licitações, economia de gastos, tudo correto e sem contestação de qualquer natureza.

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O plenário e as galerias do Palácio Barriga Verde permaneceram no mais absoluto silêncio para ouvir o presidente. Ele destacou várias vezes que as duas denúncias foram precipitadas pelas decisões do Legislativo sobre o processo de impeachment do governador Carlos Moisés e da vice.

Júlio Garcia desafiou os acusadores a apresentarem provas, assinalando que a segunda denúncia não há sequer rol de testemunhas. Acusou o Ministério Público Federal de abuso de autoridade, citando nota em seu portal com acusações graves, classificando a atitude de ilegal, pois o inquérito e a denúncia correm em segredo de Justiça.

Em apartes, 13 deputados, líderes, externaram solidariedade total ao deputado Julio Garcia. Vários consideraram a manifestação forte, segura, feita com lucidez, contundente e convincente.

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