Julio Garcia: “As denúncias não têm provas”

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Julio Garcia (PSD), voltou a proclamar que está sendo vítima de perseguição política e que é bode expiatório nas duas denúncias do Ministério Público Federal sobre as investigações da Operação Alcatraz. Reiterou que “as denúncias não têm provas e sequer qualquer participação em licitação. Elas contêm apenas ilações e suposições”.

Participando do “Conexão ND” na Record News, o parlamentar começou por destacar que no início das investigações a força-tarefa era acusado de possuir um imóvel no Norte da Ilha de Santa Catarina, “fruto de propina, em 2017”. Na realidade, disse que provou que a propriedade havia sido adquirida em 1994, e “aí mudaram o curso das investigações”.

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– Não há sequer um telefonema meu em todas as denúncias sobre qualquer participação nos fatos ali relatados – prosseguiu.

Garcia voltou a estranhar que as denúncias do MPF foram agilizadas justamente durante os processos de impeachment contra o governador Carlos Moisés da Silva, considerando “muita coincidência”. Indagado sobre a suposta propriedade de 103 garagens no Centro Empresarial Unificado do Estreito, contestou tudo, enfatizando que elas pertencem ao empresário Jeferson Colombo.

Ele destacou, também, que os trabalhos legislativos não sofreram absolutamente nada com as denúncias, que as comissões funcionam e que projetos são analisados e aprovados com regularidade. Em nenhum momento de toda a Operação Alcatraz, o deputado Julio Garcia cogitou de se afastar da presidência da Assembleia Legislativa, muito menos requerer licença.

Completou: “Conto com a solidariedade e apoio dos 39 deputados, com todos mantenho total transparência. E repito que continuo em paz com minha consciência”.

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