Governo trava crescimento de SC

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A burocracia, considerada pesada, exagerada e lenta, dos processos de licença ambiental submetidos ao Instituto do Meio Ambiente (ex-Fatma), recebeu uma saraivada de críticas de deputados na sessão da Assembleia Legislativa. O primeiro a se pronunciar de forma contundente foi o deputado Valdir Cobalchini, que convidou o Legislativo a assumir seu protagonismo em Santa Catarina, atuando de forma construtiva e pró ativa no apoio dos empreendimentos que gerem empregos, dinamizem a economia e melhorem a receita pública nos três níveis de poder.

Disparou contra o IMA, com sua máquina emperrada, que mantém para análise e liberação projetos que representam investimentos de mais de R$ 40 bilhões. “Nossa missão é facilitar a vida dos cidadãos catarinenses. A estrutura governamental é lenta demais, travando o desenvolvimento”, afirmou Cobalchini.

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Reforçando as críticas, o deputado Mauro de Nadal, vice-presidente da Assembleia, condenando, em primeiro lugar, a decisão do governador Carlos Moisés que vetou projeto de lei de sua autoria, que aprimorava dispositivo do Código Estadual do Meio Ambiente, dando maior proteção aos produtores rurais. Citou, então, o caso de uma empresa com sede em Maravilha, já consolidada, com exportação de produtos para vários países, que requereu licença ambiental ao IMA para ampliar e modernizar as instalações. Vai gerar mais de 250 empregos diretos.

A indústria aguardou mais de um ano e meio pela decisão do IMA. Sem resposta, teve que recorrer à Justiça para viabilizar a execução do projeto.
Inteira razão aos deputados. Os órgãos ambientais foram criados para regulamentar, fiscalizar; jamais para travar a economia catarinense.

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