Cesta básica tem aumentos abusivos

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Os fiscais dos Procons nunca tiveram tanto trabalho durante a pandemia e ao longo de 2020 como na semana que se encerra. Nos últimos dias foram vários reajustes pesados em produtos da cesta básica. O Procon Estadual tem um levantamento que revela aumento médio no preço do arroz de 46%. Já o óleo de soja sofreu reajustes acima de 50%. Constata que há abusos em supermercados e mercearias.

O governo Bolsonaro autorizou a importação do arroz com alíquota zero para elevar a oferta no mercado interno. O produto teve consumo maior, houve aumento nas exportações e estaria havendo abusos dos intermediários. Os produtores já não têm mais o produto.  Eles neste momento estão plantando para a próxima safra.

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Especialistas esclarecem que o fenômeno obedece a critérios do mercado, onde o que prevalece é a lei da oferta e da procura. A procura destes alimentos básicos aumentou por conta do auxílio emergencial concedido pelo governo, pelo volume maior de compra pela população que ficou isolada em casa e pelas exportações.

Em relação a comercialização de carnes de aves e suínos no Estado, repete-se o mesmo problema. Há redução de milho e soja, em função da cotação do dólar, que incentiva as exportações. A China nunca importou tanto como agora e isto eleva os preços dos insumos.

O presidente da Federação da Agricultura, José Pedroso, alerta que Santa Catarina precisa resolve o grave problema da dependência do milho, básico na criação de aves e suínos. O produto vem do Centro-Oeste em carretas. Custava em média R$ 45 em março e agora um saco de 60 kg está cotado a R$ 70.

Neste contexto, aos Procons só resta fiscalizar contra os preços abusivos, no comparativo de notas fiscais dos últimos meses.

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