Bolsonaro: a hora de pagar a fatura

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O presidente Jair Bolsonaro cumpre programa hoje em Santa Catarina. Vai prestigiar a formatura do curso de formação policial da Universidade Corporativa da PRF (Polícia Rodoviária Federal). Deverá ser uma passagem rápida, pois a agenda prevê viagem antes do meio-dia para o Sudoeste do Paraná. A hipótese de escala em Chapecó não foi confirmada.

É a segunda vez que Bolsonaro participa da solenidade naquela instituição, única do gênero no Brasil. E faz muito bem. Afinal, a Policia Rodoviária Federal vem realizando um extraordinário trabalho de vigilância nas rodovias e, muito mais que isso, de combate frontal ao tráfico de drogas, contrabando de produtos do Paraguai e presença ativa na aplicação de multas e até prisões de motoristas irresponsáveis ou assassinos que, embriagados, constituem ameaça real para todos os usuários das estradas federais.

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Presença que, outra vez, gera alguma expectativa. Afinal, o presidente Bolsonaro continua em dívida com o povo catarinense. Aqui recebeu quase 3 milhões de votos, ou 75,92% do total do eleitorado. Seu adversário, Fernando Haddad, do PT, sofreu uma goleada, levando apenas 940.724 votos, ou 24,08%. Quer dizer: o candidato do PSL deu uma surra no petista com 300% de vantagem, fato inédito na história estadual.

Nas outras visitas, rapidíssimas, o chefe da Nação veio também para eventos. Frustrou as esperanças de todos sobre algum anúncio de transferência de recursos federais ou alguma decisão de impacto na economia de Santa Catarina.

Bolsonaro está na presidência há quase dois anos. Tem recebido apoio no Congresso Nacional da maioria da bancada federal na Câmara e no Senado. Escolheu o senador Jorginho Mello como seu vice-líder na Câmara Alta, como prêmio pela atuação do parlamentar do PL na aprovação das matérias de interesse governamental.

Por isso, chegou a hora do presidente olhar para Santa Catarina. O Estado tem graves deficiências e o governo central está em débito há décadas. Sobretudo, nas rodovias e na infraestrutura.

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