A incompreensível paralisia da UFSC

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A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), uma das mais respeitadas instituições de ensino superior do Brasil, aprovou novo calendário e retornará com as aulas presencias a partir de 16 de novembro. As universidades particulares, comunitárias e fundacionais de Santa Catarina suspenderam as aulas presenciais em março, mas em abril já estavam oferendo ensino virtual. Fato registrado em todos os municípios.
Na maioria dos países europeus, o isolamento vertical retornou, mas as aulas continuaram na esmagadora maioria das escolas e universidades. Em Portugal, por exemplo, segundo o professor Joaquim Motta Veiga, que lecionou durante muitos anos na Esag, as universidades funcionam em rodízio. Salas com presença física de 50% da capacidade. Os outros alunos acompanhando pela internet todo o conteúdo, incluindo os esclarecimentos das dúvidas. A metade que ficou em casa, na semana seguinte vai para a sala, revezando com aqueles em atividade presenciais. Soluções criativas também foram implantadas em outras instituições.
Vem agora a Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina baixar uma portaria que prorroga a suspensão das aulas presenciais até 22 de maio de 2022. Afora o absurdo de milhares de professores e servidores estarem há oito meses sem trabalho presencial, com os salários pagos em dia, há outra questão igualmente relevante: a falta de transparência.
Ninguém sabe como se dá o sistema virtual de ensino, qual o controle dos professores, o nível de avaliação dos acadêmicos e que tipo de profissionais estão sendo formados.
Isolada no campus da Trindade, a UFSC não está nem aí para a transparência e os interesses maiores com a educação de qualidade.

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