Provável “segunda onda” da Covid alerta para a manutenção dos cuidados

Em Urussanga o número de atendimentos de pessoas com síndrome gripal (SG) já passa de seis mil. Agosto foi o mês com o maior registro de consultas, dados esses próximos dos que vem se apresentando neste mês

Foto: Divulgação
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Urussanga

“Vivemos a segunda onda, sim! Basta observar os números de novos casos, casos ativos e atendimentos de síndromes gripais que no caso de Urussanga já se equipara ao mês de agosto, o pior dos meses para nós desde que a pandemia iniciou, com 1.478 atendimentos”, com esta explicação o médico da família e membro do Comitê de Combate à COVID-19 de Urussanga, Alexandre Régio Gomes (Dr. Kaleb) alerta para que os cuidados para evitar o contágio pela COVID-19 permaneçam.

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Kaleb ainda relata que essa não é uma situação específica de Urussanga. “Os números vem crescendo na região, no estado, no país e no exterior. Vários estados e países já anunciaram essa crescente. O imprescindível é que mantenhamos os cuidados básicos: uso de máscara, higienização das mãos e não aglomerar”, enfatiza lembrando que o município conta com um centro de triagem específico para a COVID e que no caso das unidades básicas de saúde “a população precisa usar esse serviço público de forma racional, para não se expor e também não sobrecarregar”.

Ratificando o que foi apresentado por Dr Kaleb a secretária de Saúde de Urussanga, Enfermeira Ingrid Zanelatto, que é fundamental manter as medidas de proteção: “lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool em gel e cobrir a boca com o antebraço quando tossir ou espirrar; ou usar lenço descartável ao tossir/espirrar e, depois, lavar as mãos. O distanciamento de um metro entre as pessoas também deve ser mantido e, ainda, o uso de uma máscara como uma medida de proteção”.

Os números divulgados no último boletim informativo sobre a COVID-19, em Urussana, neste domingo (22) apontam 1110 casos confirmados (982 curados, 103 em tratamento domiciliar, oito internações em clínica e 17 óbitos); são 154 os casos suspeitos que aguardam o resultado do exame PCR. Foram feitos 4997 testes, destes: 1500 PCR, 2607 testes rápidos e 890 particulares.

Atendimentos com SG por mês desde o início da pandemia: março 361; abril 321; maio 425; junho 1020; julho 1184; agosto 1478, setembro 654, outubro 621, e novembro 1143 (até o dia 22).

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