Prodígio criciumense faz as malas para os Estados Unidos

Maurício Silvério, de 18 anos, é aprovado para uma bolsa de 100% na Babson College, a escola número um de empreendedorismo norte-americana. Projeto gera uma empresa que oferece auxilio para quem deseja estudar fora do Brasil


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Tiago Monte

Criciúma

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Determinação, estratégia e inteligência. Essas são algumas das características que levaram o criciumense Maurício Silvério, de 18 anos, a conseguir uma bolsa de estudo com 100% do curso pago na Babson College – considerada a faculdade número um em empreendedorismo dos Estados Unidos.

Tudo começou quando o jovem tinha apenas 14 anos e assistiu ao filme Rede Social, que conta a história da criação do Facebook. Em teoria, o roteiro se passa em Harvard, que é onde Mark Zuckerberg, fundador da empresa, estudava. Maurício queria estudar tecnologia e havia lido a biografia de Steve Jobs, o mentor da Apple – uma das principais empresas do mundo. O filme mostra bastante do ambiente universitário dos Estados Unidos. “Eu gostei muito e decidi que era o que eu queria para a minha vida: estudar fora e me dedicar para ter a oportunidade de, quem sabe, fundar uma empresa, assim como o Mark Zuckerberg fundou”, lembra o jovem.

Morador do Centro de Criciúma, o jovem já estava focado em empreendedorismo. Entre os 13 e 14 anos, ele já tinha lido o livro Pai Rico, Pai Pobre. “Esse era o meu plano: virar o próximo Mark Zuckerberg. Estava sonhando alto”, comenta Maurício.

Então, começou o plano de se tornar um estudante no exterior. “Fui atrás dos requisitos para isso. Pesquisei tudo no Google. Joguei lá: ‘Como fazer faculdade nos Estados Unidos’ e fui pesquisando. Eu estava no 9º ano, indo para o Ensino Médio, e percebi que precisava focar na escola, pois eles avaliam o histórico escolar do 9º ano para frente”, enfatiza o jovem. Ele já era um dos alunos da turma com as melhores notas da turma, mas resolveu dar ainda mais de si para ter as notas ainda mais altas.

Apoio fundamental dos pais     

Maurício sabia que queria ir para o exterior, mas a faculdade ainda não estava nos planos.“Eu tinha decidido fazer um intercâmbio, ir para o exterior, mas não sabia o que fazer exatamente. No segundo ano do Ensino Médio, comecei um curso técnico de Informática e fui atrás de uma consultoria e outros sites que indicavam como estudar fora. Então eu decidi fazer faculdade fora”, comenta.

A partir daí, Maurício buscou o apoio dos pais. “Meu pai me apoiou desde o primeiro segundo. Eu estava com tudo ‘armado’: tinha pesquisado a consultoria e mostrei tudo para ele. A resposta foi: ‘vamos atrás de tudo para te auxiliar’”, vibra o jovem.

Ele destaca a importância de cursar inglês desde muito cedo. “Eu já estava estudando inglês há bastante tempo, desde os 12 anos, porque eu já estava perdendo algumas oportunidades por não falar o idioma. Por causa do inglês, eu conquistei tudo o que eu conquistei até hoje”, pontua.

*A matéria completa está no TN desta quarta-feira

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