Os relatos de pânico e os prejuízos dos criciumenses durante a madrugada

Foto: Guilherme Cordeiro/ TN
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A repercussão à ação criminosa da madrugada perdurou durante todo o dia no centro de Criciúma. Desde as primeiras horas da manhã, enquanto ainda estavam sendo desarmados os explosivos plantados em um veículo próximo à agência bancária, curiosos estavam no entroncamento entre as ruas Lauro Müller e Getúlio Vargas para acompanhar o desfecho do caso. Comerciantes do entorno calculavam os prejuízos causados pelo grupo.

Os relatos dados à reportagem descreveram o temor e a ansiedade passada pelos moradores que testemunharam das suas casas os disparos dos criminosos. “Cena de guerra”, “cena de filme”, “assustador” e horas de intranquilidade nos corredores dos apartamentos refletem a madrugada de ontem do criciumense.

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Medo

O empresário criciumense André Freitas, 51 anos, foi o primeiro catarinense a escalar o Monte Everest, há mais de dois anos. Por volta de 2014, ele deixou a cidade de São Paulo, onde morava, para retornar a Criciúma. Ele mora a uma quadra e meia da agência assaltada ontem.

Quando os disparos começaram, Freitas estava com a mulher assistindo à televisão. Assustados, após constatar pelos grupos de Whatsapp que se tratava de um tiroteio, juntou a filha, que estava dormindo, e os três ficaram no corredor até tudo acabar.

“A gente estava com muito medo de alguma bala pegar a gente. Acabamos não saindo do corredor, nem por sede ou ir ao banheiro. Até acabar os tiros ficamos no corredor”, relatou. “Mas o medo foi menor do que escalar o Everest. Lá foram dois meses, ontem foram duas horas”, conclui.

A matéria completa você confere na edição impressa do Jornal Tribuna de Notícias desta quarta-feira

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