Em 2020, IGP ganha autonomia financeira e encerra ano com avanços

Nesse ano, o IGP atendeu 88.808 exames e elaborou 82.396 Laudos Periciais

Foto: Maurício Vieira/Secom
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Com avanços em diversas frentes, Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina (IGP/SC) encerra o ano de 2020 com bons resultados e com expectativas ainda melhores para 2021. O órgão passou a ter autonomia orçamentária e obteve uma série de melhorias estruturais, tecnológicas e de recursos humanos.

“Foi um ano excepcional para o IGP. Apesar de todas as dificuldades causadas pela pandemia, 2020 foi de muito ganho para a perícia criminal catarinense. Começamos o ano com novos profissionais, pudemos atender a todas as demandas nas regiões e tivemos avanços significativos em diversas áreas. São resultados positivos e 2021 promete mais ainda”, analisa o perito-geral, Giovani Eduardo Adriano.

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No ano de 2020, o IGP atendeu 88.808 exames e elaborou 82.396 Laudos Periciais. Esses números correspondem ao somatório de todos atendimentos e Laudos efetuados pelo Institutos de Criminalística, de Análises Forenses e Médico-Legal. Além disso, no ano de 2020 o Instituto de Identificação Civil e Criminal atendeu e confeccionou 315.914 carteiras de identidade em todo Estado de Santa Catarina, sendo que hoje o sistema de identificação conta com mais de 6 milhões de cadastros.

O IGP teve participação importante em diversas investigações, como na elucidação do rapto da menina Fabíola, de Palhoça, no reconhecimento dos corpos das vítimas da enxurrada no Vale do Itajaí, na identificação dos criminosos envolvidos no assalto a Criciúma e em operações deflagradas com outras instituições contra corrupção, fraudes e outros crimes.

Os quatro institutos (Análise Forense, Identificação, Criminalística e Médico-Legal) que constituem o IGP mantiveram suas atividades mesmo durante a Covid-19 em Santa Catarina.

Autonomia orçamentária

O ano de 2020 marcou o início da autonomia orçamentária, financeira e patrimonial do IGP, viabilizada por meio do Fundo de Melhoria da Perícia Oficial, o Fumpof. Com isso, o IGP passou a eleger as prioridades na aplicação dos recursos públicos disponíveis e a atuar com mais eficiência e eficácia nesse relevante papel que exerce junto aos cidadãos catarinenses, como Órgão de Perícia Oficial do Estado.

“A criação do Fumpof pelo governador Carlos Moisés garantiu todo o custeio do IGP. Nunca mais faltaram insumos e ainda conseguimos comprar uma série de equipamentos para o dia a dia e de proteção para os nossos profissionais”, relata Adriano.

Via Governo de Santa Catarina

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