Dia Mundial Sem Tabaco: cigarro, um agravante à Covid-19

Em Morro da Fumaça, a Secretaria de Saúde oferece os encontros do Programa Nacional de Controle do Tabagismo, suspensos temporariamente devido à pandemia

Foto: Arquivo/Lucas Colombo/TN

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Morro da Fumaça

Em 1987, a Organização Mundial de Saúde estipulou o dia 31 de maio como o Dia Mundial Sem Tabaco, com o intuito de utilizar a data para a conscientização dos danos do tabagismo, tanto para os fumantes como também para as pessoas e familiares que convivem com eles, os chamados fumantes passivos.

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Em Morro da Fumaça, o Governo Municipal, através da Secretária do Sistema de Saúde, oferece tratamento contra o tabagismo, mas devido à pandemia, os encontros do Programa Nacional de Controle do Tabagismo estão suspensos temporariamente visando reduzir o risco de contágio pelo coronavírus. “O tabagismo é um fator de risco de infecção por Covid-19, ou seja, os fumantes fazem parte do grupo de risco, pois possuem mais chances de desenvolver sintomas graves da doença devido ao comprometimento da função pulmonar/respiratória. Além disso, os tabagistas têm maior risco de desenvolver e agravar doenças cardiorrespiratórias e alguns tipos de câncer”, explica e secretária de Saúde, Francieli Maragno.

Substâncias tóxicas

De acordo com especialistas, parar de fumar pode reduzir o risco de desenvolver a forma mais severa da Covid-19. “O cigarro contém cerca de 4.720 substâncias tóxicas e dessas, 70 são cancerígenas. A nicotina, substância presente na composição do cigarro, afeta e compromete vários órgãos do corpo humano, como o nariz, a boca, cérebro, pulmões, aparelho reprodutor, laringe, coração, aparelho digestivo, bexiga e rins”, fala a secretária.

Além dos cigarros convencionais, há ainda o narguilé, um dispositivo para fumar no qual uma mistura de tabaco é aquecida e a fumaça gerada passa por um filtro de água antes de ser aspirada, também é altamente prejudicial à saúde.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, o cigarro é responsável por 25% das mortes e por 30% dos óbitos por câncer. “O principal tratamento contra o tabagismo é a determinação para deixar o vício e o autocontrole”, finaliza Francieli.

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