Dia do Médico: Concretizando um sonho familiar

Jader Mickael Souza sempre desejou ser médico, mas contou com o incentivo do pai que sonhava em ter um filho na profissão

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Tiago Monte

Criciúma

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Aos 36 anos, Jader Mickael Souza exerce a medicina desde 2008. O sonho de ser médico, porém, vem de antes. Mais precisamente da infância e com o incentivo do pai, que desejava ter um filho médico. “Era o sonho do meu pai ter um filho médico e eu sempre disse que gostaria de ser. Mesmo sem saber como se tratava a profissão. Meu pai era farmacêutico prático e eu via ele atuando: aquilo dava muita vontade de ajudar as pessoas”, comenta Jader.

O médico acredita que segue a profissão por vocação. “Não tem como moldar uma pessoa, ao longo do tempo, para exercer a profissão. Tu já nasce com o dom especifico: uma estrela dentro de ti que faz com que tu brilhes”, pontua.

Jader é médico do trabalho, perito e legista. Atua também na urgência e emergência da UPA da Prospera, 24 horas do Boa Vista e Hospital São João Batista. Além disso é servidor público federal pelo INSS e trabalha em clinicas. O profissional acredita que a concorrência está maior pelas vagas no mercado de trabalho. “Está aumentando muito a quantidade de alunos e pessoas formadas. Dependendo do momento e da localização que tu estás, já existe uma desvalorização profissional. Tanto em valores como para a sociedade”, diz.

Os medos com a pandemia do coronavírus

O ano é desafiador para todos. Principalmente para os médicos. Jader admite que teve medo de trabalhar e contaminar a família com o coronavírus. “Tinha dias, no plantão, que eu chorava e pensava: ‘o que eu estou fazendo aqui? Será que é o correto? Estou arriscando a minha vida e da minha família em prol dos outros’. Enfim, passava algo na minha cabeça e eu pensava: ‘tenho que enfrentar. Em primeiro lugar a vida dos pacientes’. Pelo juramento que eu fiz, eu tinha que seguir em frente”, explica.

*A matéria completa está no jornal Tribuna de Notícias deste final de semana

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