Criciúma: seguem as atividades de reforço na rede municipal de educação

Já na rede estadual, atividades presenciais foram proibidas por decisão judicial

Foto: Arquivo
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C om o retorno da Região Carbonífera ao risco grave na avaliação estadual de pandemia, algumas restrições são novamente impostas, como o fechamento de cinemas e casas noturnas. Na educação, uma decisão judicial coloca os gestores na dúvida sobre a possibilidade ou não dos grupos de reforços presenciais.

O Tribunal de Justiça deu o favorecer favorável à ação impetrada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Educação (Sinte) de Santa Catarina, proibindo a realização das atividades presenciais para a rede estadual de ensino.

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Portanto, as redes municipais permanecem com a possibilidade dos grupos de reforço, de acordo com a secretária de Educação de Criciúma, Cristiane Uliane Fretta.

“Nós estamos cumprindo as duas últimas portarias do Governo do Estado que preveem atividades presenciais em grupo. Criciúma não foi notificado nada, então seguimos a portaria realizando atividades presenciais com grupo de estudo”, afirmou Cristiane.

Na Amrec, permanecem as normas estaduais e evita-se falar em mais restrições. Não houve reuniões para deliberar sobre o assunto, de acordo com o diretor executivo, Giovanni Dagostin.

“Mesmo que fosse fazer avaliação sobre o avanço, não iríamos fazer mais medidas restritivas. É uma decisão tomada lá atrás. A princípio, mantêm-se as regras da secretaria de Saúde de SC”, disse Dagostin.

Um dos principais problemas da região na avaliação de risco de pandemia é a alta taxa de transmissibilidade na região: em novembro, mais do que dobrou o número de casos ativos na Amrec, atualmente em 1.229, e em Criciúma, cidade com mais vagas hospitalares, as internações em UTI triplicaram: são 29 pacientes no total.

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