Criciúma: Pedágio solidário busca recursos para iniciativa

Com o objetivo de seguir auxiliando mais de 100 crianças, organizadores do projeto Sementes Para o Futuro angarião doações nos semáforos de Criciúma

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Tiago Monte

Criciúma

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O projeto Sementes Para o Futuro precisa da sua ajuda. A iniciativa, que existe há seis anos e auxilia mais de 100 crianças e adolescentes carentes dos bairros Boa Vista e Rio Maina, busca dar apoio também aos pais e familiares dos integrantes.

Por isso, neste sábado, dia 28, os organizadores farão um pedágio solidário, nos principais semáforos de Criciúma, para buscar doações que ajudarão o projeto a cumprir com os objetivos traçados. “Estamos divulgando esse evento para que a sociedade já esteja inteirada de tudo o que vai acontecer no sábado e não seja pega de surpresa”, explica o coordenador do Sementes Para o Futuro, Marcelo David, o Marcelinho.

Das 8h às 12h, os integrantes estarão em pontos movimentados da cidade, como o Terminal Central e a rua Joaquim Nabuco, pedindo auxílio. “Mais do que nunca, essas crianças estão precisando dos lanches que o projeto oferece depois das oficinas. Aos pais destes alunos, que são 30 famílias cadastradas em nosso projeto, a gente entrega cesta básica, leite, fraldas e necessidades gerais”, comenta Marcelinho.

Projeto continua durante a pandemia

Mesmo com a pandemia do novo coronavírus, o projeto continuou com as atividades, sempre, claro, respeitando as regras de distanciamento social. “As oficinas que são em ambientes fechados, estão temporariamente paralisadas, mas as atividades ao ar livre estão acontecendo, respeitando o distanciamento. Temos mais de um professor, então estamos trabalhando com um número reduzido de crianças”, enfatiza o organizador.

A intenção é aliviar os problemas deste grupo de pessoas. “Cada professor pega um grupo e faz um trabalho, porque as nossas crianças são carentes e já sofrem, em dias atuais, e agora, com a pandemia, o impacto tem sido maior neste grupo de pessoas”, pontua Marcelinho.

Identificados com cartazes, a iniciativa busca a ajuda da comunidade para seguir atuante. “Pais perderam emprego e sofreram com as paralisações, que são autônomos, não tem carteira assinada e sobrevivem do auxilio emergencial. Aí entra o trabalho do projeto”, diz.

O trabalho preventivo e de ressocialização acontece através do esporte. Conforme a quantia arrecada, Marcelo organizará também o Natal das crianças. “O objetivo hoje é manter o projeto e as doações de alimentos e lanches depois das oficinas. A gente quer fazer um final de ano mais ameno a essas famílias. Dependendo do recurso que nós levantarmos, vamos destinar uma parte para fazer o Natal destas crianças, então a colaboração da sociedade é de suma importância, o entendimento do objetivo do projeto. É um meio de manter o objetivo do nosso trabalho”, comenta. Mais informações podem ser obtidas no (48) 99997-5031.

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