Criciúma passa meta e recebe recursos para segunda etapa de vacinação da tríplice viral

Município recebeu o benefício do Ministério da Saúde por ter ultrapassado a meta de vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola na última campanha

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Para ampliar a cobertura vacinal da tríplice viral e a prevenção do sarampo, a Prefeitura de Criciúma recebeu R$ 104.576,50 do Ministério da Saúde, por meio do Fundo Nacional de Saúde (FNS). O valor é referente a segunda parte do reforço financeiro, que foi definido através da portaria nº 2.722, de 15 de outubro de 2019. A Administração Municipal recebeu o benefício por ter ultrapassado a meta de vacinação na última campanha.

“Para receber a segunda parte do repasse, tínhamos que seguir alguns critérios do Ministério da Saúde, como atingir a meta de vacina que era de 95% e conseguimos 98,1%”, destacou a gerente da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Andréia Bertoncini Pereira. Ao todo, Criciúma recebeu R$ 209.153,00, que corresponde ao valor de R$ 1 para cada habitante do município, de acordo com o IBGE de 2016.

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Além disso, foi necessário preencher documentos exigidos pelo órgão federal para atingir os critérios do repasse. Segundo Andréia, o reforço financeiro foi conquistado graças ao trabalho do governo municipal.

Preocupação com o sarampo

De acordo com o boletim divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) de Santa Catarina, em 2019 foram notificados 915 casos de sarampo no estado. Desses, 276 foram confirmados e 58 continuaram em investigação. As principais vítimas da doença são adolescentes e adultos de 15 a 29 anos.

Campanha da tríplice viral

O dia ‘D’ vacinação para a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) já tem data marcada, será no dia 15 de fevereiro. A campanha de vacinação, definida pelo Ministério da Saúde, começa no dia 10 de fevereiro e segue até 13 de março. O objetivo é imunizar munícipes de cinco a 19 anos.

Na próxima etapa da campanha, prevista para agosto, a imunização vai estender até pessoas de 59 anos. “O aumento da faixa etária é por conta do ressurgimento da doença no país que inclusive pode resultar em mortes”, ressaltou a gerente.

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Por: Marciano Bortolin
Em: Criciúma

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