Criciúma: grupo pede o fim do Estatuto do Desarmamento

Dezenas de manifestantes são esperados para o ato que também pede mais armas para a Segurança Pública

Fernando Frazão / Agência Brasil
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Érik Borges

Criciúma

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O grupo “Fechados com Bolsonaro” organiza, neste sábado, dia 12, um ato de reivindicação com dezenas de manifestantes, na Praça do Congresso, Centro de Criciúma. De acordo com Lucas Campos, da Coalizão Consevadora (que apoia o ato), as reivindicações foram motivadas após o assalto ao Banco do Brasil, no dia 1 deste mês, onde os criminosos também realizaram centenas de disparos de arma de fogo de grosso calibre.

“A gente vai reivindicar que os órgãos de Segurança Pública tenham mais equipamentos de qualidade, de ponta, para que a gente possa estar seguro na cidade”, diz Campos. A outra reivindicação é para o fim do estatuto do desarmamento. “Queremos isso para que o cidadão de bem possa ter o básico para a legítima defesa”, destaca Campos.

O ato ficará concentrado na Praça do Congresso, com a presença de pessoas com cartazes. A expectativa é de que 50 pessoas compareçam ao local. O início está programado para as 10h. “Após o assalto ao banco, ficou nítido que precisamos mais de segurança, pois estamos vulneráveis. Se os caras quiserem fazer de novo o assalto, acredito que eles consigam. Então é urgente que alguma medida mais efetiva seja tomada”, declara Campos.

Ele lembra que a cidade foi tomada de refém e ressalta que a tanto a Segurança Pública como o cidadão comum (civil) têm direito de defender a família e a propriedade privada “Durante o assalto, as pessoas ficaram dentro das suas casas esperando pela bondade dos assaltantes, para que eles não invadissem prédios. Não dá para contar com a misericórdia e compaixão dos bandidos”, conclui Campos. O ato é organizado pelo grupo #FechadoComBolsonaro e apoiado pela Coalizão Conservadora. O lema principal do ato é “Povo armado jamais será escravizado”. A frase foi proferida pelo presidente Jair Bolsonaro.

Imposto zerado

O governo federal zerou a alíquota do imposto aplicado para a importação de revólveres e pistolas. A medida, que deve vigorar a partir de 1º de janeiro, está prevista em uma resolução, publicada pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior, no Diário Oficial da União dessa quarta-feira, dia 9.

Na resolução, o governo inclui “revólveres e pistolas” no anexo que descreve produtos e alíquotas aplicadas no âmbito do Mercosul. No caso dessas armas, não será cobrada a alíquota do imposto.

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