Criciúma: Em defesa do investimento à Polícia

Manifestação reúne cerca de 60 pessoas, na região central de Criciúma, e espera gerar outros apelos sobre o tema nas demais cidades


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Tiago Monte

Criciúma

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Na manhã de sábado, cerca de 60 pessoas se reuniram na Praça do Congresso, região central de Criciúma, para apoiar um maior investimento em armamento e estrutura às Polícias Civil e Militar. A manifestação foi organizada através das redes sociais e, devido à pandemia do novo coronavírus, atingiu parcialmente o objetivo. “Digamos que uns 70%. Não conseguimos 100% do que esperávamos porque as pessoas ficaram com medo de ir à manifestação, devido à pandemia. Nesse sentido, conseguimos 70%. Se não fosse por esse motivo, teríamos superado as expectativas”, explica um dos organizadores do evento, Eraldo José Costa.

Os participantes também defendem o fim do Estatuto do Desarmamento e a aprovação das peças para prisão em segunda instância. Para eles, tanto a Polícia Militar quanto a Civil precisam ter mais efetivo e armamento. “Não podemos ficar à mercê da bondade dos bandidos e para isso, precisamos estar preparados”, coloca Costa.

Um ofício será enviado ao Estado, pelos manifestantes, para que chame os efetivos que passaram em concurso público. “Precisamos urgente ter mais policiais, mais armas, para que, pelo menos, tenhamos uma igualdade de forças e nos sentirmos protegidos. Tanto a Polícia Militar quanto a Civil necessitam ter mais efetivo e armamento”, pontua Costa.

Como uma “gota no oceano”

A manifestação é embrionária e os participantes têm noção do fato. Porém, eles esperam que outras pessoas adeptas dos pedidos, nas demais cidades, também se manifestem. “Essa manifestação é uma gota no oceano, porque a gente vê que o povo precisa ir para a rua para tudo acontecer. Isso iniciou aqui em Criciúma, em função do terrorismo, e agora a gente espera que outras cidades comecem também a fazer manifestações iguais ou parecidas. Isso criará um corpo para que, lá em cima, na esfera maior, a situação mude”, ressalta Costa.

O governo federal zerou a alíquota do imposto aplicado para a importação de revólveres e pistolas. A medida, que deve vigorar a partir de 1º de janeiro, está prevista em uma resolução, publicada pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior, no Diário Oficial da União da quarta-feira passada, dia 9.

Na resolução, o governo inclui “revólveres e pistolas” no anexo que descreve produtos e alíquotas aplicadas no âmbito do Mercosul. No caso dessas armas, não será cobrada a alíquota do imposto.

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