Coronavírus: Cuidados para manter a saúde mental

É recomendado que os pais limitem o uso da tecnologia pelas crianças e estimulem atividades lúdicas

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Tiago Monte

Criciúma

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Inicia hoje a extensão do decreto estadual que mantém fechados os comércios considerados não essenciais e orienta que as pessoas permaneçam dentro de casa o máximo de tempo possível. Isso tudo faz parte de um plano para evitar a proliferação do coronavírus. Porém, essas medidas mexem com os hábitos das pessoas, causando medo e ansiedade. “As pessoas não estão acostumadas a ficarem em casa. Vivemos em uma sociedade acelerada. Para a maioria das pessoas, estar em casa é apenas uma passagem, apenas para dormir, dificultando o isolamento necessário nesse momento”, explica a psicóloga Indianara de Freitas.

Mas então, o que fazer para manter a saúde mental com o período de confinamento. “É recomendado que as pessoas busquem ter uma rotina em casa e evitem o excesso de informações. Mantenham os horários de refeições, como também o horário do sono para manter a rotina do organismo”, comenta a psicóloga.

Indianara dá dicas de atividades que podem manter a mente sadia nesse período. “Praticar o autoconhecimento, buscar identificar as emoções, valorizar esse período com a família e realizar atividades com eles. Buscar ter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos, buscar novos conhecimentos, ler um livro, escutar música, e evitar o excesso de tecnologia”, reforça.

Atenção especial com as crianças

Além dos adultos, as crianças também estão confinadas, como precaução. Para os pequenos o período pode ser ainda mais complicado. Entretanto, com criatividade, o momento pode se tornar prazeroso para todos. “Disponibilizem o tempo para brincar com os filhos, desenvolvam atividades de acordo com a faixa etária da criança. As pessoas que moram em casas devem utilizar também o pátio para proporcionar esses momentos de brincadeiras. Quem mora em apartamento pode buscar atividades para realizar dentro de casa. Na internet, encontram-se materiais e ideias para auxilio”, pontua.

Indianara reforça a importância da limitação ao uso de aparelho tecnológicos. “E que possam utilizar desse período com os filhos, em casa, para construir conexão fortalecendo os vínculos afetivos, que os pais estejam abertos para aproveitar e vivenciar esse momento de diversas maneiras com as crianças e adolescentes”, finaliza.

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