Coronavírus: Ceramistas e empresários chegam a acordo

Profissionais serão remunerados integralmente, durante o período do decreto governamental, e cumprirão os dias parados durante as férias futuras

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Tiago Monte

Criciúma

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Na tarde desta terça-feira, ceramistas e empresários chegaram a um acordo sobre a parada que acontecerá devido ao decreto assinado pelo governador Carlos Moisés (PSL). Os funcionários serão remunerados normalmente e os dias parados serão compensados em um período aquisitivo de férias futuras. “Se a parada for de 40 dias, nas primeiras férias, ele goza 10 dias e desconta 20. Os outros 20 dias ficam para o segundo período aquisitivo. Nenhum trabalhador ficará menos de 10 dias de férias, mesmo que pare 30, 40 ou 50 dias agora”, ressalta Itaci de Sá, presidente do sindicato dos Trabalhadores Ceramistas e Construção Civil.

O acordo não estipula o número de dias que será contemplado. “Ele dá uma liberdade de tempo maior. Tomara que sejam somente sete dias, mas estamos em um ambiente de muita incerteza. Não se sabe quantos dias de paralisação serão”, comenta Otmar Josef Muller, vice-presidente do Sindicato das Industrias de Cerâmica (Sindiceram).

Os trabalhadores têm garantidos, ao menos, 10 dias de férias por período aquisitivo, independente do número de dias parados.  “As empresas pagarão normalmente todos os direitos agora e isso garante os empregos, salários e as empresas compensam nas férias”, finaliza Itaci.

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