Vice do Criciúma renuncia ao cargo

Alexandre Farias, eleito pela maioria dos conselheiros, abre mão da posição e espera que o Conselho anuncie eleições em dezembro

Foto: Geórgia Gava/ Arquivo TN
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Tiago Monte

Criciúma

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A política do Criciúma Esporte Clube pega fogo. O vice-presidente administrativo, Alexandre Farias, renunciou ao cargo na tarde de ontem. Ele comunicou o presidente Jaime Dal Farra e protocolou o pedido por volta das 18 horas. “São várias as razões. Eu vinha muito pressionado, o pessoal queria fazer eleições e disseram que eu tinha que renunciar junto com o Jaime. Eu não tive condições para fazer a transição que eu esperava. Eu estava pressionado. Alguns empresários me ligaram e pediram para eu relevar, mas conversei com mais algumas pessoas e resolvi sair”, explica o advogado.

Farias destaca que o processo político é desgastante e ouvia que o Conselho do clube não queria que ele assumisse.“Isso me machucou. Estava sendo difícil deles me aceitarem. Agora, eles estão livres para colocarem que eles quiserem lá”, dispara Farias. “Agora, o Conselho poderá fazer as eleições em dezembro. Eles prometeram que fariam isso se eu me candidatasse”, completa.Farias destaca que o processo político é desgastante e ouvia que o Conselho do clube não queria que ele assumisse.“Isso me machucou. Estava sendo difícil deles me aceitarem. Agora, eles estão livres para colocarem que eles quiserem lá”, dispara Farias. “Agora, o Conselho poderá fazer as eleições em dezembro. Eles prometeram que fariam isso se eu me candidatasse”, completa.

O agora ex-vice-presidente acredita que o Conselho do clube deveria renunciar também.“O certo seria termos novas eleições gerais no Criciúma. Eles vão dizer que não pressionaram, mas estavam tendo reuniões com investidores”, pontua Farias.

Farias diz que dificilmente se candidatará ao cargo, quando o Conselho convocar a eleição. “Pode ser um até breve ou definitivo, mas não devo ir à eleição, não”, comenta. O advogado destaca que o presidente Jaime Dal Farra não teve influência no pedido. “Eu sempre fui muito bem tratado pelo presidente Jaime. Inclusive, acompanhamos parte do treino juntos, após a minha renúncia. Eu queria continuar, mas estava me sentindo desconfortável, então optei por renunciar. Pensei muito e resolvi fazer isso. Queria continuar, mas não deu”, ressalta. “A minha posição atual é não me envolver mais. Vamos ver o que vai acontecer. O que eu menos quero é atrapalhar o Criciúma”, finaliza.

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