Uma torre na defesa do Criciúma

Com 1,92m, Fábio se afirma como titular da zaga no time treinado por Roberto Cavalo. Jovem ganha tranquilidade com o passar dos jogos

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Tiago Monte

Criciúma

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Após se destacar na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2019, o zagueiro Fábio chegou discretamente ao Criciúma. Ele trabalhou durante toda a temporada passada, mas não atuou em partidas oficiais também devido à uma lesão grave que teve.

Porém, nesta temporada, o jogador ganhou espaço, até pelas escassas opções do técnico Roberto Cavalo. Com 20 anos, o jovem começou apresentando nervosismo e chegou a ser sacado do time, mas diante de Marcílio Dias e Avaí mostrou maior segurança e ganhou espaço entre os titulares. “Depois de muito tempo sem jogar, fiz minha estreia sabendo o peso da camisa do Criciúma. Teve aquele nervosismo, aquela ansiedade, mas o grupo e o Cavalo me apoiaram e foi ficando mais fácil a cada jogo”, comenta o defensor.

Apelidado de Fabão, devido à estatura – 1,92m – o jogador lidera a defesa principalmente nas bolas aéreas. Ele admite que chega a sair com alguma dor de cabeça, no final dos jogos, devido ao número de bolas rebatidas, mas considera normal a situação. “Dói um pouquinho, mas não é nada fora do comum, isso já vem desde sempre e tem muito treino e trabalho. Nos jogos, quando vem a bola aérea, já dou um sorrisinho porque sei que é minha”, ressalta, aos risos.

Sem favoritismo contra a Chape

 Mesmo com a má fase enfrentada pela Chapecoense, Fabão não considera que o Criciúma é favorito na partida de amanhã, às 17 horas. “Futebol é ali dentro de campo, independente da situação que se encontra. A Chape vindo de uma má fase, isso não importa. Nós estamos trabalhando bastante, nosso grupo está bastante unido e vai ser um bom jogo”,  pontua.

O jogador espera que a linha defensiva do Tigre mantenha a firmeza que teve no jogo diante do Avaí. “Nosso grupo é muito forte, os jogadores são muito bons, a comissão tem um trabalho excelente. No começo não tivemos tempo de trabalhar, e fomos evoluindo a cada jogo. Nessa partida contra o Avaí mostramos uma linha mais organizada, nossa defesa estava mais firme”, comenta.

O técnico Roberto Cavalo variou o esquema tático, em algumas partidas, optando por três zagueiros. Fábio admite que prefere atuar com uma linha de quatro defensores, porém, acatará a decisão do treinador. “Eu particularmente prefiro jogar na linha de quatro, mas três zagueiros não tem problema, pode ser mais ofensivo. Mas, por mim, não tem tanta diferença”, ressalta.

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