Tigre: Uma adaptação tranquila aos treinos

Anunciado oficialmente pelo Criciúma, zagueiro Maurício Barbosa não se preocupa com os trabalhos do elenco no período de pandemia do coronavírus

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Tiago Monte

Criciúma

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A rotina dos atletas do Tigre ainda está diferente. Mesmo que os treinos coletivos tenham começado, os contatos entre os jogadores ainda são poucos, durante a pandemia do coronavírus. Porém, para o recém-contratado zagueiro Maurício Barbosa, ex-Cianorte, os trabalhos estão tranquilos e cercados de cuidados. “A comissão é capacitada e se preocupa bastante com as nossas condições. Eles sempre perguntam como nós estamos. Isso está sendo tranquilo”, pontua.

O zagueiro atende às características buscadas pelo departamento de futebol do clube. “Ele fez um ótimo Campeonato Paranaense, inclusive fazendo dois gols, e eu tenho certeza que irá muito bem aqui”, comenta do diretor de futebol do Criciúma, Evandro Guimarães. “Sou grato por estar vestindo esse manto sagrado e posso contribuir bastante com o clube e com o elenco. O objetivo é conquistar o Catarinense e o acesso”, explica Maurício.

Com 25 anos, o jogador foi revelado pelo América-PE e teve passagens pelo Boa Esporte-MG, Icasa-CE, Salgueiro-PE e ABC-RN. Neste ano, Mauricio atuou apenas pelo clube paranaense.  Dentre os jogadores do elenco carvoeiro, o jogador conhece o também zagueiro Vitão e o lateral esquerdo Kaíke. “Conheço o Vitão, jogamos junto no Salgueiro, em 2018, e conheço o Kaíke, por jogar contra, que é um lateral bom. Enfrentei muitas vezes, ele pelo América-RN e eu no ABC”, reforça.

A inspiração em Dedé e Vítor Hugo

Com bastante velocidade na posição, aguerrido e sem desistir nunca das jogadas, Maurício Barbosa tem duas inspirações: Dedé, do Cruzeiro, e Vitor Hugo, ex-Palmeiras. “Por ser um defensor, vou até o final das jogadas sempre. Gosto muito do Dedé. Eu penso que ele é excelente, tanto por cima quanto por baixo. Também o Vitor Hugo, ex-Palmeiras, que tem uma boa impulsão. Me inspiro neles”, comenta.

As negociações do jogador com o Criciúma começaram no início do ano, mas o acordo com o Cianorte impediu a chegada ao Tigre ainda em janeiro. “Tivemos o primeiro contato no início do ano, mas, infelizmente, não pude vir para o Criciúma porque tinha acordo com o Cianorte. As conversas continuaram e o Serginho (Lopes, superintendente de futebol do Tigre) entrou em contato de novo para eu vir para cá disputar o restante do Catarinense e a Série C. Foi um pedido que a gente não pode recusar: é uma camisa pesada, como a do Criciúma, com um bom projeto”, pontua.

O jogador atua preferencialmente pela direita, mas não faz objeção em atuar pela esquerda da defesa. Com contrato até o final da Série C, Maurício tem objetivos bem traçados no clube. “Ser campeão Catarinense, o clube precisa desse título para alegrar a nossa torcida, e ir em busca do acesso. Depois disso, buscar o titulo da Série C”, destaca.

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