Tigre: Um cidadão do mundo no ataque

Taylon marcou 24 gols em 28 jogos na temporada passada


- PUBLICIDADE -

Tiago Monte

Criciúma

- PUBLICIDADE -

Apresentado oficialmente, na  tarde de sexta-feira, como jogador do Criciúma, o atacante Taylon pouco atuou no futebol brasileiro. Ele começou em Malta, depois passou pela Bulgária e chegou aos Emirados Árabes. Autêntico e com personalidade forte, ele prefere demonstrar futebol em campo. “Nada que eu falar aqui resolverá, se eu não marcar gols. Não fará diferença nenhuma. Então, prefiro mostrar e que eles me conheçam jogo após jogo”, comenta.

Na temporada 18/19, ele marcou 24 gols em 28 jogos, atuando no futebol de Malta. Taylon se orgulha dos números. “Fui o brasileiro que mais fez gols nas primeiras divisões da Europa e, para mim, isso mudou totalmente a minha vida. Foi muito importante para a minha carreira e abriu muitas portas para mim”, pontua.

Centroavante de ofício, Taylon prefere atuar o mais próximo do gol possível. Até joga pelos lados do campo, mas quer mesmo e ficar próximo da área. “Eu sou um centroavante que não gosta de medir forças com o zagueiro, de costas. Gosto de receber a bola de lado para jogar na velocidade, porque as minhas características são velocidade e finalização, então, gosto bastante de receber a bola e ir para cima. Também já joguei de ponta, mas prefiro mais perto do gol”, ressalta.

Para o jogo de domingo, diante do Marcílio Dias, Taylon está pronto para jogar. “Se ele (Roberto Cavalo, técnico do Criciúma) precisar me colocar no jogo, estou disponível. Venho treinando a parte física, em separado, para me adaptar, porque nos Emirados não é tão intenso como aqui no Brasil, mas acredito que estou bem e, se precisar, estou à disposição para jogar”, finaliza.

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar

NOTA: O TN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.