Tigre: A preparação para um clássico regional

Novo capitão do time, Foguinho acredita que a partida diante do Atlético Tubarão terá um gosto diferente devido à rivalidade entre as equipes

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Tiago Monte

Criciúma

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O volante Foguinho está no Criciúma desde a metade do ano passado. O tempo já é suficiente para que ele conheça o tamanho das rivalidades locais. Não é diferente quando se trata do encontro entre o Tigre e o Atlético Tubarão. A partida de amanhã, às 19 horas, tem um gosto diferente para o jogador. “Por ser um clássico regional, sim. Na nossa cabeça, até porque vem de um resultado negativo fora, a partida é importante para nossas pretensões de classificação, pontuação. Então é importante que a gente vença e contamos com o apoio do torcedor, que ele venha. A gente está em um processo de reconstrução e o torcedor é importantíssimo nessa fase”, pontua o novo capitão do time.

 

Usando a braçadeira desde o jogo contra o Concórdia, Foguinho fica mais exposto a receber cartões, como aconteceu no primeiro confronto pelo Catarinense. Porém, o jogador explica que não houve reclamação e sim um questionamento sobre a marcação do pênalti – que aconteceu após a bola bater no braço de Adenilson, que estava na barreira, em uma cobrança de faltas. “Questionei o arbitro pela maneira como foi o pênalti. Ele estava de frente pra barreira, o lance seguiu, ele não deu e acabou o bandeirinha sinalizando. Esse foi meu questionamento. Ele não me falou nada, essa foi minha indignação, eu fiquei atrás dele e a maneira que ele achou de me advertir foi com o amarelo. A gente fica chateado, cartão bobo e o Foguinho levou por reclamação, mas não foi reclamação. Eu questionei o porquê da marcação do pênalti, ele estava frontalmente pra barreira e não havia marcado”, comenta o jogador.

Ainda como referência em campo, sendo capitão do time, Foguinho pede para que a equipe tenha a “cabeça boa” nas partidas e não seja influenciada pelas polêmicas com arbitragens e extracampo. “Eu te digo que dentro de campo, quando houve situações de penalidades, é momento de consternação. A gente fica um pouco indignado, mas tenta manter o equilíbrio. Foi o que tentei passar, que o jogo iria seguir, que teria que ter força pra buscar o resultado. A gente espera que esses erros não aconteçam mais, eu compartilho da indignação do presidente: eu estava muito perto dos lances e a imagem que tenho gravada na minha memoria é que são lances discutíveis e não pênalti, na minha opinião. A gente tem que estar forte mentalmente, ‘cabeça boa’m como eu digo”, comenta o jogador.

O foco atual é no jogo de amanhã, diante do Tubarão, ainda que os lances polêmicos de domingo venham à tona. “O pênalti aos 50 minutos, já no final, era quase irreversível, mas aquele instante (do primeiro pênalti) ainda o Criciúma teve força pra buscar o empate, estávamos fortes ate o momento do segundo pênalti. A gente tem que ter a cabeça no lugar, o campeonato segue, tem um jogo forte contra o Tubarão em casa, concentração ao máximo e isso tem que ficar no passado”, enfatiza.

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