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Tiago Monte

Criciúma

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Fotos: Guilherme Cordeiro/TN

Está inaugurado o mais novo “museu ao ar livre” da torcida carvoeira. O Muro Carvoeiro, localizado na parte interna do estádio Heriberto Hülse, traz um mural com a linha do tempo dos títulos e da história do Criciúma. O projeto se chama “Eternizando os Heróis do Passado” e foi inaugurado no final da tarde desta quinta-feira.

No evento, realizado sem a presença da torcida, devido à pandemia do novo coronavírus e respeitando as regras de distanciamento social, estiveram presentes alguns dos ídolos retratados no mural, como alguns dos heróis de 91, ídolos mais recentes como o goleiro Roberto e o centroavante Beto Cachoeira e um heroi do passado: Chiquinho – centroavante responsável por dois gols do Comerciário, na final do Catarinense, contra o Inter de Lages em 1968. “É um simples gesto que o clube pode fazer por cada um, por tudo o que entregaram para o clube, cidade e região. Temos orgulho de ser Criciúma, primeiro Comerciário, por conta das conquistas e histórias que vocês fizeram”, comenta o diretor de operações comerciais e de marketing do clube, Julio Remor.

A intenção é deixar eternizadas as conquistas do Criciúma. “Serve para as gerações mais novas entenderem que o clube vive de um somatório: anos, temporadas, atletas e dirigentes. A história grandiosa do clube é o somatório de tudo isso”, comenta Remor.

Capitão do título mais importante do clube – a Copa do Brasil de 1991 – Itá agradeceu o reconhecimento às conquistas dos ex-jogadores. “É um reconhecimento para uma geração que ganhava pouco, mas se esforçava muito para ganhar títulos”, pontua. Ele enfatiza a identificação dos ex-atletas com o clube. “A maioria mora aqui na cidade e a gente fica feliz e emocionado por ser lembrado sempre. ”, comenta.

Artista renomado faz a obra

As imagens foram transferidas de fotos reais para grafite pelo renomado artista Ricardo Herok. Ele tem 30 anos, é natural de Itajaí, e residiu em Portugal por 10 anos, onde iniciou sua carreira com o grafite. Hoje, Herok reside em Criciúma e é um importante pilar para a cultura da arte na região. “Com certeza é um marco na história do meu trabalho. Foi uma felicidade ter recebido o convite. Vendo as pessoas reunidas na frente da parede é que eu vejo a responsabilidade e a dimensão do trabalho”, comenta o artista.

Inicialmente, Ricardo recebeu como “apenas mais um trabalho”, mas depois ele entendeu a dimensão da arte. “Retratei os momentos e trouxe a história através do grafite. Todo mundo gostou e isso é o mais importante”, finaliza.

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