Tigre e o pacotão de jovens reforços

Adriano e Vinícius, ambos de 21 anos, chegam junto ao Atlético-MG, enquanto o centroavante Zeca, de 23 anos, é contratado por empréstimo do Goiás. Atletas têm o aval do assessor Ocimar Bolicenho

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Tiago Monte

Criciúma

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O técnico Roberto Cavalo ganha mais opções para a caminhada do Criciúma na Série C do Brasileirão. Se não são os reforços de renome e experiência, sonhados pela torcida, Adriano, Vinícius e Zeca prometem muito esforço dentro de campo. Eles foram apresentados oficalmente na tarde de ontem. Os jovens têm o aval do assessor da presidência, Ocimar Bolicenho, que liderou as tratativas para a contratação dos jogadores.

Do Atlético-MG chegam, por empréstimo, o volante Adriano e o meia-ofensivo Vinícius. Ambos têm 21 anos. O primeiro iniciou nas categorias de base do Atlético-GO e, nesta temporada, jogou o Mineiro pelo Galo, clube ao qual pertence o jogador. “Sou trabalhador, aguerrido e estou sempre buscando fazer tudo certo: dentro e fora de campo. Dando o meu melhor. Se não for na técnica e na tática, vai ser na entrega, raça e ambição de vencer”, comenta Adriano.

O volante chegou a ser comandado por Jorge Sampaoli, no clube mineiro, e se considera pronto para disputar posição com Eduardo e Foguinho, os titulares de Roberto Cavalo. “Ambos são bons jogadores e têm muita qualidade, mas, como o campeonato é longo, creio que vai surgir a oportunidade e vou substituí-los à altura, se necessário”, comenta.

Opção para as três funções da frente

Vinícius é meia que atua nas três funções da linha ofensiva no esquema 4-2-3-1. Ele admite que gosta de finalizar de fora da área. “Jogo mais ofensivamente, perto do gol, gosto de ir para cima, no um contra um, e finalizar de longa e média distância. Jogo nas três funções do meio: extremos e meio. Posso ser armador, mais clássico, mas que finaliza de fora da área”, ressalta.  O meia foi revelado nas categorias de base do Atlético Mineiro, em 2015, e atuou no elenco principal nesta temporada.

Amigo do meia Carlos César, o jogador teve uma grave lesão no tornozelo e rompeu todos os ligamentos, em 2019, mas se considera totalmente recuperado e pronto para atuar. Ele ainda não entrou em campo em 2020. “Nesse ano, infelizmente, não tive a oportunidade de atuar. Estava na equipe de transição do Atlético e estou à disposição. Estou bem preparado”, aponta.

Em busca dos gols com o manto carvoeiro

José Joaquim de Carvalho, o Zeca, de 23 anos, iniciou nas categorias de base do Bahia e teve passagens pelo Ypiranga (BA), e no Boa Vista, de Portugal. Nas duas últimas temporadas, Zeca atuou no Goiás, clube ao qual pertence.  “É diferente, muito intenso. No começo, eu penei um pouco para jogar. No decorrer do tempo, tive um grande aprendizado e pude fazer uma grande temporada lá”, comenta o jogador, sobre a temporada em Portugal.

Mesmo tendo atuado na Série A deste ano, Zeca acredita que não há grande diferença entre as Séries A e C. “Eu não vejo uma discrepância muito grande da Série A para a C. O Criciúma tem muitas condições de jogar a Série A. A questão de grupo, atletas, o nível é bem parecido. Podemos conquistar o acesso”, comenta.

Zeca não faz promessa de gols. “Meu contrato vai até 31 de janeiro e pretendo fazer os gols que o Criciúma necessita. Vim para ajudar e espero fazer da melhor maneira, com gols e assistências”, finaliza.

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