Tigre: Chegada para ajudar o treinador

Diretor prega união entre atletas e comissão técnica do Criciúma em busca da classificação

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Tiago Monte

Criciúma

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Apresentado oficialmente na tarde de quinta-feira, o novo diretor executivo de futebol do Criciúma, Edson Gaúcho, deixou claro que chega para auxiliar o trabalho do técnico Itamar Schulle. “A recepção que tive do Itamar foi muito boa. Tivemos uma conversa de 20 minutos e muito boa. Colocamos situações. O importante é que ele sabe que vim para ajudar e não para atrapalhar”, pontua.

Edson acredita que o clube tem potencial para se classificar, mas deve pensar apenas na partida diante do time do Rio de Janeiro e não projetar número de vitórias até o final da fase de classificação. “Não podemos pensar nisso, pois podemos ganhar cinco e não classificar. Tem várias coisas que podem acontecer. Nós temos que ganhar as partidas que vamos fazer e os outros vão perder pontos. Então, às vezes, nem quatro vitórias classifica e nem três empates elimina. O importante é focar no Volta Redonda”, explica.

Gaúcho acredita que o momento é de dar confiança ao grupo de jogadores e prezar pela união entre atletas e comissão técnica. “Já tive desafios piores do que esse. Em 2002, é um exemplo. Não classificou nem entre os quatro do Estadual e fomos campeões da Série B. A minha chegada é para ajudar o presidente e, principalmente, o Itamar. Dar suporte à comissão técnica e conversar com os atletas. A maneira que foi a derrota para o Tombense, o abatimento é geral. Então, temos que levantar a moral deles, darmos moral a eles e buscar a vitória que será de fundamental importância para conseguirmos a classificação”, ressalta.

Volta por gratidão ao presidente

O novo diretor executivo deixou claro que voltou ao Criciúma também como gratidão ao presidente Jaime Dal Farra que, em 2017, abriu as portas do clube para que Edson exercesse a função. “O presidente já tinha conversado comigo. Às vezes, eu ligo para ele, às vezes ele me liga e conversamos sobre vários assuntos, não só sobre o Criciúma. Quando ele me ligou para tomarmos um café, na empresa dele, eu pensei que era só mais uma conversa normal, mas, para minha surpresa, ele me pediu para ajudá-lo. Fez o convite. E eu, como sou muito grato a ele por 2017, que eu queria ser realmente diretor executivo e ele me deu a oportunidade, então, como gratidão eu tenho que ajudá-lo e ajudar ao Criciúma, que é o meu clube e da cidade onde eu moro. Eu respeito e represento o clube”, diz.

Edson acredita que a passagem dele pelo Criciúma, em 2017, não foi mal sucedida. “Na minha opinião, não tive uma péssima passagem. Chegamos com um ponto e ficamos a quatro pontos da classificação. Tivemos problemas e, realmente, a equipe não conseguiu a classificação”, lembra.

Para o atual momento, ele ressalta que o importante é a confiança dos jogadores no trabalho da comissão técnica. “O jogador tem que acreditar nele e principalmente no técnico dele que é o Itamar. Quando o atleta confia no técnico, as coisas fluem, mas quando você tem dúvida, as coisas não fluem. Eu tenho certeza que o grupo está super unido com o Itamar e o grupo tem capacidade de reverter a situação do Criciúma”, finaliza.

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