Tigre: A angústia pela falta de jogos

Com a rotina alterada, devido à pandemia do coronavírus, Victor Guilherme, lateral do Criciúma, busca manter o ritmo em casa

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Tiago Monte

Criciúma

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Uma situação ímpar para todos. Assim é a pandemia do coronavírus, que mexe com a rotina de todas as pessoas. Os jogadores do Criciúma estão sem atividades desde o dia 15, quando aconteceu a partida diante do Joinville, pela última rodada da primeira fase do Campeonato Catarinense. Sem saber “quando”, ou “se” a competição retornará, os atletas buscam manter o ritmo com atividades em casa. “O professor (William Hauptman, preparador físico do clube) passa vídeos novos para a gente. Todo o dia tem exercícios novos: corre dentro de casa, no corredor, na garagem, faz exercícios”, comenta o lateral Victor Guilherme, em entrevista ao Timaço da rádio Som Maior.

Além de exercícios, o jogador busca outras atividades para se manter ocupado durante o período de isolamento social colocado pelos decretos do governo estadual e municipal. “Tá meio complicado para todos. Quase ninguém quer ficar em casa. A gente já está agoniado e tenta alguma coisa diferente para fazer”, pontua o atleta.

Assistir a filmes e brincar com as crianças são saídas encontradas pelo lateral. “A gente treina, fica em casa, assiste filmes, brinca com as crianças… Tenta passar o tempo de alguma forma”, ressalta Victor.

O jogador lamenta a parada na competição estadual, em um momento que o Criciúma começava a dar sinais de melhora no desempenho técnico em campo. “Contra o Joinville, a gente fez uma apresentação muito boa. A gente tem um poder muito grande, só precisava focar mais, estar mais ligado nos treinos. Nosso time tem muito a crescer”, finaliza Victor.

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