A nova pedra preciosa do Criciúma

Com atuação segura, diante do Avaí, jovem Christofer é a próxima aposta para a titularidade no meio campo do time treinado por Roberto Cavalo

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Tiago Monte

Criciúma

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Depois de revelar jogadores como Barreto, Douglas Dodi e o próprio Eduardo, atual titular do time treinado por Roberto Cavalo, o jovem Christofer, de 19 anos, é o próximo volante da linhagem formada pelas categorias de base do Criciúma. Com uma atuação segura, diante do Avaí, o garoto transparece uma postura típica de atleta experiente. Porém, até mesmo para ele, foi surpresa começar como titular. “Mesmo com a suspensão do Eduardo e a lesão do Foguinho, eu não esperava pintar no time titular. Mas a comissão técnica me passou confiança e pediram tranquilidade, pois seria um jogo difícil. Pude retribuir em campo essa confiança”, comenta.

Ao ser comparado com os antecessores, Christofer demonstra felicidade, mas trata de valorizar o próprio trabalho. “(Barreto, Dodi e Eduardo) Foram grandes jogadores revelados. Procuro seguir o trabalho deles, mas ressaltar o meu. Tem muito trabalho pela frente, mas ser comparado a um deles é muito bom”, pontua.

O jovem está no Tigre desde 2017 e é natural de Guarujá, no litoral paulista. “Eu jogava futsal no Santos. Teve uma peneira no Guarujá e eu fiz. Vim para o Criciúma, fiz duas semanas de testes e passei. Assim começou minha trajetória aqui no clube, desde o Sub-17”, lembra o jogador. A estreia, no clássico, foi a realização de um sonho. “Desde pequeno, quando jogava bola na rua, esperava por esse momento. E chegou. Eu estava preparado. Foi uma estreia com vitória e num clássico fora de casa. Vitória importante para o clube se reerguer na tabela. Eu estava tranquilo, pois sabia da qualidade do grupo”, comenta.

Para seguir entre os titulares, Christofer já sabe o que fazer. “Tenho que correr dobrado, repassar a confiança que recebi da comissão técnica e dos jogadores, assim como fiz no primeiro jogo. Até se firmar e fazer a minha história dentro do clube”, ressalta. A conversa com o técnico Roberto Cavalo foi importante para que o jogador tivesse boa atuação na Ressacada. “Ele passou tranquilidade, mas com o passar do tempo pediu para eu colar no Valdívia, principal jogador de armação deles, e limitar o espaço dele”, comenta o jovem.

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