Moacir Fernandes não assumirá o Criciúma

Ex-presidente descarta a possibilidade de voltar ao posto e busca novas lideranças para tocar o clube no presente e no futuro

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Tiago Monte

Criciúma

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Desde o anúncio da saída do presidente do Criciúma, Jaime Dal Farra, que acontecerá no final deste ano ou ainda no começo de 2021, conforme o encerramento desta temporada, o nome de Moacir Fernandes é ventilado como opção para o cargo. Ele está realmente envolvido no processo sucessório, mas descarta assumir o posto. “Não existe essa possibilidade. Eu me propus a ajudar nas diretrizes, mas nós temos que compor uma nova geração. Não podemos morrer na casca, tem muita gente jovem e com capacidade que quer participar: médicos, engenheiros, advogados”, destacou, em entrevista ao programa Adelor Lessa, da rádio Som Maior.

Uma primeira reunião foi realizada, com a presença de ex-presidentes, para começar a definir os novos rumos do clube. “Já houve uma reunião, as informações todas que foram muito boas para ideias, mais conversas. Foi a primeira de uma série. Isso está sendo comandado pela diretoria do Conselho Deliberativo”, afirmou o ex-presidente.

Há uma proposta em andamento para a abertura de cotas para investimento no clube, que abrangerão todos os tipos de investidores. “Será um processo deixando o Criciúma totalmente independente. Um sistema aprovado pelo Conselho e que, lá no futuro, se retira esse dinheiro. É um dinheiro de investimento. O dinheiro da manutenção temos que dar um jeito via sócios, venda de produtos do Criciúma, camarotes e outros”, explicou.

Dal Farra estará no processo

Jaime Dal Farra deverá participar do novo modelo proposto para a administração do Tigre. “Entendo que ele pode ser um dos investidores, sim”, opinou Moacir. A transição entre as duas gestões também pode ser antecipada. “Acho que pode. É uma questão de entendimento. Cabe à nova diretoria, que precisa de um rumo para conversar com a diretoria atual”, destacou Fernandes.

A nova diretoria deverá ser eleita apenas no mês de julho. “Neste mês (Junho), não deve acontecer nada. Deve ser lá para julho, até em função desta pandemia. Aqui em Criciúma, a gente esperava que não aumentaria, mas está aumentando”, ressaltou. “A maioria do pessoal que vai se reunir está em uma faixa etária de risco, então tem que se cuidar um pouco. Queremos colocar mais de 20 pessoas reunidas por uma, duas horas. Então, as coisas devem se definir mesmo lá em julho”, finalizou.

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