Em busca de informações com quem ficou

Schülle diz que a busca por reforços, caso sejam necessários, começará apenas após avaliação do elenco

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Tiago Monte

Criciúma

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O novo técnico do Criciúma, Itamar Schülle, começou a trabalhar na tarde de quinta-feira. Ele começou a preparação para a partida deste domingo, às 20 horas, contra o Londrina. Inicialmente, o novo comandante buscará informações com o integrante da comissão técnica permanente do clube, Harison Feltrin, o Lalo. “O que eu planejo é trabalho em conjunto. Vou conversar com quem já estava no clube. Vamos trocar ideias. Não vou vir pra cá trocar cadeiras de lugares e fazer mudanças por fazer. Vou conversar com quem já estava aqui e buscar informações maiores das que eu já tenho para daí tomar decisões”, diz.

O elenco treinará ainda na sexta e no sábado. Será quando, então, Itamar encaminhará o time para a estreia dele no cargo. As mudanças, pelo menos no quesito nomes, não devem ser muito grandes.  “Vou buscar mais números e daí tomar as atitudes que eu julgar necessárias. Eu tenho a minha linha de trabalho e vou procurar implantar. Tem uma diferença grande entre Séries B, C e D. São atitudes diferentes. Em conjunto, dentro do vestiário, vamos passar aos atletas”, comenta.

A busca por reforços, caso eles sejam necessários, começará apenas após uma avaliação profunda do elenco.  “Neste momento, temos que nos unir e buscar, no primeiro momento, a classificação. No dia a dia, vamos observar as necessidades de reforço, se elas existirem, para buscarmos juntos, em um primeiro momento, a classificação e depois do acesso. Que é o maior objetivo do final de 2020 e 2021”, diz.

Itamar diz que conhece alguns jogadores e analisará todos para montar o primeiro time titular da nova era dele no clube. “Eu vi o Criciúma jogar em duas oportunidades: Ypiranga e Brusque. Uma terceira foi meio tempo contra o Londrina. Isso foi o que eu vi. Nós agora temos que analisar. O que eu vi, tirei conclusões. Alguns atletas eu conheço, trabalharam comigo ou foram adversários. As conclusões que eu tirei são longe da realidade, preciso ver o dia a dia e saber porque aconteceu tudo. Vou procurar mais informações com os profissionais que aqui estão para somar com o que vi com os meus olhos”, explica.

A chegada ao Criciúma não passou pela garantia de reforços. Schülle diz que não trabalha desta forma. “São situações que a gente vai conversar. Eu não podia, ontem (quarta-feira) à tarde, pedir isso na negociação. O Michel Alves, do Guarani, me ligou e eu também não pedi atletas. Eu disse que venho fazer o meu melhor e vim com convites de clubes da Série B. Isso pesou muito: estar próximo da minha família e da minha terra. O segundo passo será agora: quando conhecer o grupo. Daí a gente conversa e vê as necessidades. Eu não posso colocar uma situação antes de ver com meus olhos e com a comissão. Se for necessário vamos decidir na sequência. Temos números para avaliar”, finaliza.

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