Criciúma receberá R$200 mil da CBF

Entidade divulgou auxílio à clubes que agradecem a ajuda, mas valor é considerado abaixo do esperado

Mantovani destaca que o Tigre começará a sentir o impacto financeiro da paralisação a partir desta semana. Foto: Lucas Colombo/Arquivo/TN
- PUBLICIDADE -

Lucas Colombo
Criciúma

 

- PUBLICIDADE -

O Criciúma irá receber um auxílio financeiro de R$200 mil da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) devido ao impacto nas finanças da paralisação das atividades no combate ao Covid-19. Isso porquê o clube disputa a Série C do Campeonato Brasileiro e a entidade divulgou nesta terça-feira um auxílio de R$4 milhões para os 20 clubes que disputam o torneio.  “A nossa expectativa, dos clubes que disputam a Série C e dos atletas profissionais representados por seus capitães que gerou esse movimento e a solicitação de um auxílio, a nossa expectativa era de um valor maior, mas toda ajuda que vem ela é benéfica para o clube. Então temos que agradecer também a CBF por estar ajudando nesse período de dificuldade os clubes”, comenta o vice-presidente financeiro do Tigre, Valcir Mantovani.

Segundo ele, o valor auxiliará no pagamento das contas deste mês, já que a folha de pagamento referente a março foi paga nesta segunda-feira a todos os funcionários do clube. “Tem outros compromisso durante o mês, claro, para fazer esse pagamento a GA teve que fazer aporte”, afirma.

Semana crucial para o clube

Porém, para ele, a partir desta semana é que se poderá medir realmente o impacto financeiro da paralisação nos cofres do clube. “O grande impacto começa a partir de agora, principalmente, por exemplo, os associados. As mensalidades, as de março o vencimento foi do dia 5 ao dia 10 de março patrocínios e tudo mais. Naquele período o clube estava operando normalmente, jogando futebol, disputando campeonato e tudo mais. Então agora que realmente começa a ter o reflexo e a gente vai te ruma noção de fazer rum levantamento de forma mais precisa, principalmente no sentido da entrada de receitas que esse é o impacto maior”, explica Mantovani.

Aliado a estes fatores de postergação de pagamentos, Mantovani aponta, também, a incerteza do período de duração da paralisação como motivo de preocupação. “È um outro problema que não se tem como prever, não se sabe se agora a partir de 15 de abril volta alguma coisa, se vai poder treinar, se vai ter os jogos no início de maio, se esses jogos aí serão com portões abertos, fechado ou público reduzido. Então isso tudo continua indefinido, tanto aqui no estado, a nível brasil e a nível de mundo”, projeta o vice financeiro.

Por este motivo os clubes da Série C e atletas, informa ele, continuarão mobilizados em busca de mais auxílios e aportes financeiros da CBF.  “Os clubes e atletas estão unidos nesse sentido de é claro, respeitando também e agradecendo de antemão a CBF por esse auxilio nesse momento, mas vai continuar o movimento, principalmente se essa questão humana da pandemia persistir e começa a postergar cada vez mais o início das competições”, destaca Mantovani.

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar
Por: Redação TNSUL
Em: Criciúma

NOTA: O TN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.