Criciúma: Atacante não estabelece meta de gols

Daniel Cruz é apresentado oficialmente pelo Criciúma e prefere focar nos objetivos maiores, como fazer um bom desempenho no Catarinense

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Tiago Monte

Criciúma

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Os números de um dos novos atacantes do Criciúma não animam. Daniel Cruz, de 29 anos, teve o melhor desempenho em 2016, pelo Boa Esporte, quando obteve o acesso para a Série B. Naquele ano, foram 28 jogos e oito gols. De 2018 para cá, foram apenas quatro gols. Pouco, mesmo para um jogador ofensivo que atua pelos lados do campo. Assim, o jogador prefere não estabelecer meta de gols para 2020. Pelo menos, não publicamente. “Todo atacante tem uma meta particular de gols. Eu não sou diferente, mas o meu principal foco é ajudar o Criciúma e os meus companheiros. Fazer o Criciúma voltar para o lugar de onde não deveria ter saído. Então, eu tenho minha meta de gols, sim, mas fica guardada. Meu principal objetivo é ajudar o Criciúma a conseguir vitórias”, pontua.

Daniel prefere deixar o Brasileiro para o futuro. O foco inicial é no Catarinense e na Copa do Brasil. “Não vou antecipar as coisas. Meu foco está no Estadual, que é difícil, pelas equipes que têm, e eu conheço um pouco do Catarinense. Tenho companheiros em outros times do Estadual e aqui está meu foco”, comenta.

Porém, o jogador não se furta de comentar sobre o maior objetivo do ano: devolver o Tigre à Série B. “Minha vinda para cá foi para fazer o Criciúma voltar para o lugar de onde não deveria ter saído. A gente sabe as condições de trabalho que tem aqui, estrutura, é um clube que, no mínimo, poderia ter ficado na série B, mas futebol é assim. A gente tem vários exemplos”, ressalta.

A temporada passada foi de poucos jogos, principalmente no segundo semestre. Daniel, entretanto, ressalta a sequência que teve no Brasil de Pelotas, pelo Campeonato Gaúcho, e os motivos que o fizeram atuar menos, na segunda metade do ano. “Pegando os números do meio do ano para frente, não joguei muito. Mas se pegar os números do começo de 2019, até o meio do ano, eu tive uma quantidade boa de jogos pelo Estadual. Fiz quase todos os jogos. Se não me falha a memória foram oito ou nove jogos como titular no Gauchão. Depois da minha lesão, no Brasil, eu perdi um pouco de espaço, mudou o treinador, chegaram novos companheiros, mas permaneci até o final com dedicação no dia a dia dos trabalhos e desempenho quando eu entrava nos jogos”, resume.

 

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